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Jornalista afirmou que críticas ao sionismo não representam hostilidade ao povo judeu e defendeu separação entre posição política e preconceito racial

Foto: Samanta Leite/Metropress
Em entrevista ao Jornal da Cidade, o jornalista Breno Altman afirmou que antissionismo e antissemitismo não podem ser tratados como sinônimos e defendeu uma distinção conceitual entre crítica política ao sionismo e preconceito contra judeus.
Altman definiu o antissemitismo como uma forma de racismo e lembrou que a perseguição aos judeus culminou no Holocausto. “Ser contra os judeus é uma forma de racismo”, disse, ao explicar a origem histórica do termo antissemitismo e associá-lo à perseguição étnica e religiosa.
Ao tratar do judaísmo, o jornalista destacou sua dimensão histórica, cultural e étnica, citando a diversidade de grupos judaicos no mundo. Segundo ele, “o judaísmo diz respeito a uma combinação entre etnia, cultura e religião”.
No mesmo contexto, afirmou que o antissionismo se refere à oposição a uma corrente ideológica e não ao povo judeu. “É possível ser judeu e antissionista”, declarou. Para sustentar o argumento, comparou: “Ser antissionista não é ser contra os judeus, da mesma maneira que ser antinazista não era ser contra os alemães”.
Segundo Altman, equiparar antissionismo e antissemitismo é uma distorção conceitual que embaralha o debate político e histórico sobre o tema.
Confira entrevista na íntegra
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