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João Roma vê crescimento de Flávio Bolsonaro e critica desgaste do governo Lula
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João Roma vê crescimento de Flávio Bolsonaro e critica desgaste do governo Lula
Roma afirmou que processos contra Jair Bolsonaro tiveram “traço persecutório”

Foto: Luan Borges/Metropres
O presidente do Partido Liberal (PL) na Bahia, João Roma, afirmou em entrevista ao Jornal da Bahia no Ar nesta quinta-feira (7) que o senador Flávio Bolsonaro tem ampliado sua aceitação nacional e surpreendido positivamente dentro do partido. Segundo ele, o crescimento do nome do parlamentar está ligado à forma como o público tem conhecido melhor seu perfil político.
“O nome de Flávio Bolsonaro chegou como surpresa e tem sido muito positiva para todo Brasil e para o PL. Ele tem diminuído sua rejeição, aumentado sua aceitação. Quando as pessoas vão encontrando a pessoa Flávio, o personagem, a maneira serena e político hábil que ele é, começa a fazer um contraponto disso”, declarou.
Roma também fez críticas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e afirmou enxergar desgaste na atual gestão federal. Para ele, o governo perdeu a capacidade de mobilizar a população em torno de expectativas de mudança social e econômica.
“Vejo um governo federal sem perspectiva, em falência múltipla, um governo que perdeu o discurso da esperança. Acho muito difícil alguém sair de casa hoje e dizer que vai votar no PT porque agora as coisas vão melhorar”, afirmou. Segundo o dirigente partidário, o governo ocupa espaços institucionais, mas não apresenta pautas que dialoguem diretamente com os anseios da população.
Ao comentar a rejeição da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal, João Roma avaliou que o episódio não representou uma rejeição pessoal ao nome indicado, mas sim um reflexo do desgaste político do governo federal e da insatisfação popular com o Judiciário.
“A votação da queda do Messias não é um julgamento sobre ele, mas mostrou uma dissonância do governo federal e uma decepção muito grande da população com o que ocorre no Judiciário”, disse. O ex-ministro ainda afirmou que o senador Jaques Wagner não deve ser responsabilizado pelo resultado, embora faça parte, segundo ele, do cenário de desgaste da gestão petista.
Roma também criticou a condução dos processos envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro. “O processo do Bolsonaro ocorreu com um alto grau de injustiça, de traço persecutório, de passionalidade, que não deveria haver no Judiciário”, declarou.
Confira a entrevista na íntegra:
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