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Laboratório tecnológico amplia ensino em escola indígena no interior da Bahia
Coordenadora pedagógica destaca integração entre saberes ancestrais e projeto educacional

Foto: Reprodução/Rádio Metropole
A coordenadora pedagógica do Colégio Estadual Indígena Coroa Vermelha, Verônica Pataxó, afirmou em entrevista ao Metropole Mais, que a chegada de um laboratório tecnológico tem transformado a realidade dos estudantes no interior da Bahia.
De acordo com Verônica, a iniciativa fortalece práticas que já existiam dentro da escola, agora com novos recursos. “A gente já fazia ciência da nossa forma, sem esses equipamentos. Agora, pensamos em potencializar o que nós já fazíamos”, explicou. Ela ressaltou que a proposta pedagógica valoriza os saberes tradicionais, articulando conhecimento ancestral com ferramentas contemporâneas.
A coordenadora também reforçou a importância de reconhecer a produção científica dos povos originários. “É muito importante hoje a sociedade compreender que os povos indígenas fazem ciência. A ciência sempre esteve em nosso território”, afirmou.
Por fim, Verônica destacou o entusiasmo dos alunos com a novidade e as possibilidades abertas pelo projeto. “Eles estão enlouquecidos de ver a impressora 3D trabalhando”, disse. A escola, que participa de um projeto piloto, também busca parcerias para expandir a produção de conhecimento, mantendo o foco na identidade e na coletividade da comunidade indígena.
Confira a entrevista na íntegra:
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