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Cirurgião torácico do Mater Dei afirma que tratamento para suor excessivo é necessário em casos que afetam qualidade de vida
Em casos em que o paciente se adapta e consegue viver normalmente, não é necessário o tratamento

Foto: Reprodução/Rádio Metropole
O cirurgião torácico do Mater Dei, Pedro Leite, afirmou, em entrevista ao Metropole Saúde desta quinta-feira (18), que a hiperidrose é percebida e exige tratamento quando o suor excessivo impacta na qualidade de vida. Nos casos onde a qualidade de vida não sofre impacto com o suor, o que classifica os classifica como casos normais.
"Se ele, ao longo da sua vida, [o paciente] cria mecanismos, se adapta, consegue conviver com aquilo normalmente, não há porque tratar. Agora, o problema é se ele começa a ter um prejuízo na sua qualidade de vida, muitas vezes no trabalho, faz pizza na camisa, dá o ar de desleixo, de que está sujo. Questões de reconhecimento digital. Durante o período escolar, aplicação de provas, realização de tarefas", disse o especialista.
Pedro Leite também mencionou o componente psicológico que a condição acarreta. Ele falou que um dano pode ser causado, muitas pessoas ficam retraídas, evitam se expor em público, por conta do suor excessivo, especialmente nas axilas. Outras evitam apertos de mão, para evitar o constrangimento. Nesses casos, o tratamento é recomendado.
Confira a entrevista na íntegra:
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