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Augusto Angelim diz que pandemia fortaleceu vínculo entre brasileiros e pets

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Augusto Angelim diz que pandemia fortaleceu vínculo entre brasileiros e pets

Segundo Augusto Angelim, o aumento da convivência durante a pandemia consolidou uma nova relação entre tutores e animais de estimação

Augusto Angelim diz que pandemia fortaleceu vínculo entre brasileiros e pets

Foto: Reprodução/Youtube

Por: Metro1 no dia 08 de julho de 2026 às 11:50

O médico veterinário Augusto Angelim afirmou que a relação entre as famílias e os animais de estimação passou por uma transformação nos últimos anos e ganhou ainda mais força após a pandemia da Covid-19. Em entrevista ao Jornal da Bahia no Ar, nesta quarta-feira (8), ele destacou que cães e gatos deixaram de ocupar apenas espaços externos das casas e passaram a fazer parte da rotina e da convivência diária das pessoas.

Segundo o veterinário, mudanças no estilo de vida e na forma de morar contribuíram para essa aproximação. “A nossa relação com os pets vem evoluindo muito e em uma velocidade muito grande. Antigamente, tínhamos cães que ficavam nos fundos cuidando da casa, mas com a verticalização isso foi mudando. Os cães saíram do quintal e hoje estão em cima da cama. É uma migração que foi feita pela aproximação maior. Isso veio somando a questão da perda de preconceito com os gatos. Os felinos começaram a ocupar um espaço muito grande porque as pessoas perceberam que o felino tem uma relação fantástica com as pessoas. É um ser diferente, o gato tem uma personalidade diferente”, afirmou.

Augusto Angelim também lembrou que, durante o período mais crítico da pandemia, muitas pessoas recorreram aos animais de estimação em busca de companhia e apoio emocional. Segundo ele, era comum receber pacientes sem problemas de saúde aparentes, apenas porque seus tutores precisavam de um motivo para sair de casa ou buscavam algum tipo de acolhimento naquele momento de isolamento. “Quando chegou na Covid, atendi várias pessoas e peguei situações em que as pessoas me ligavam, iam e o cachorro não tinha nada. Iam para conversar, a pessoa precisava sair de casa. Foi uma necessidade daquele momento. E a permanência das pessoas em casa com os filhos, eles apelavam para pets”, concluiu.

Confira entrevista na íntegra: