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“É o maior risco da história do Brasil”, afirma Luis Nassif sobre avanço da ultradireita

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“É o maior risco da história do Brasil”, afirma Luis Nassif sobre avanço da ultradireita

“É o maior risco da história do Brasil”, afirma Luis Nassif sobre avanço da ultradireita

“É o maior risco da história do Brasil”, afirma Luis Nassif sobre avanço da ultradireita

Foto: José Cruz Agência Senado

Por: Metro1 no dia 31 de agosto de 2026 às 18:32

O jornalista Luis Nassif afirmou, durante entrevista ao Jornal da Cidade desta segunda-feira (31), que o Brasil ocupa uma posição central na disputa entre a democracia e a ultradireita internacional. Segundo ele, “o Brasil representa, digamos, a batalha da Segunda Guerra entre essa ultradireita, associada às big datas, e a democracia”.

Na avaliação de Nassif, a relevância brasileira está diretamente ligada à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no cenário internacional. O jornalista afirmou que Lula possui “penetração popular aqui” e que vinha se consolidando como “a grande liderança do mundo democrático”. Para ele, o presidente atualmente representa “a grande esperança” diante do avanço desses grupos.

Ao comentar as próximas eleições, Nassif fez um alerta sobre os possíveis impactos de uma mudança no comando político do país. “É o maior risco da história do Brasil”, afirmou. Segundo ele, embora o país já tenha passado por golpes e outras crises ao longo de sua história, não se recorda de um risco semelhante ao que, em sua avaliação, está colocado atualmente.

Terras raras

O jornalista também relacionou a disputa política aos interesses sobre recursos estratégicos brasileiros. Ao citar as terras raras, afirmou que existe o risco de que essas riquezas sejam direcionadas para interesses externos. “Se cair nas mãos de um Flávio Bolsonaro, essa questão de terras raras vai tudo para lá”, declarou Nassif.

Por fim, Nassif avaliou que a defesa da democracia não pode depender exclusivamente de Lula. “É interessante, mas ao mesmo tempo problemático, que todo o país depende mais de uma vez da figura do Lula”, afirmou. Para ele, será necessário “montar uma estrutura muito mais ampla com mais lideranças” para garantir a sustentação da democracia brasileira.