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Jornalista do ICL prevê pressão por quebra de sigilo em casos que envolvem STF e Banco Master
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Jornalista do ICL prevê pressão por quebra de sigilo em casos que envolvem STF e Banco Master
Cleber Lourenço avalia crise na Corte e aponta possíveis novos desdobramentos nas investigações antes das eleições

Foto: Reprodução/YouTube
O jornalista do ICL Cléber Lourenço afirmou, durante entrevista ao Jornal da Cidade desta quarta-feira (9), que a divulgação de informações sob sigilo pode ser um dos principais desdobramentos da crise envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF), a Polícia Federal e as investigações relacionadas ao Banco Master. Na avaliação dele, a pressão deve aumentar até as eleições.
“Daqui até as eleições, a minha expectativa é realmente que ocorra uma queda de sigilo generalizada nesses casos, tanto no Dark Horse quanto no INSS, ou também no caso Master como um todo”, disse. Cléber citou a atuação de diferentes atores políticos e da sociedade na cobrança para que informações dos processos sejam tornadas públicas.
Caso Dark Horse
O jornalista também comentou a homologação da delação do empresário Freixo Júnior pelo ministro André Mendonça. Segundo Cléber, o acordo vinha sendo conduzido pela Procuradoria-Geral da República havia mais de dois meses e colocou Mendonça em uma situação delicada diante do contexto de disputa envolvendo o ministro, a PGR e a Polícia Federal.
Cléber também criticou a demora para que as autoridades avançassem sobre as transações relacionadas ao caso Dark Horse. Segundo ele, a Polícia Federal só tomou conhecimento das operações após informações divulgadas pela imprensa, o que teria feito as investigações começarem em desvantagem.
Disputa no Supremo
Ao analisar a crise entre os ministros do STF, o jornalista destacou a possibilidade de Edson Fachin ampliar sua atuação nos casos. Para ele, novas decisões sobre o sigilo podem ocorrer caso o presidente da Corte mantenha a linha adotada nos últimos dias.
“Mas pode-se que isso aconteça pelas mãos do próprio ministro Edson Fachin, caso ele siga nesse mesmo ritmo da decisão que nós vimos hoje que ele proferiu agora no final da tarde, ou caso ali tenha uma enorme pressão popular e até mesmo uma consertação para que esses casos sejam levados a público", completou.
Confira a entrevista na íntegra:
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