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Marivalda da Silva defende representação da RMS na Alba e critica falta de serviços básicos em Candeias
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Marivalda da Silva defende representação da RMS na Alba e critica falta de serviços básicos em Candeias
Candidata a deputada estadual pelo PT afirma que pretende levar políticas públicas à região e ampliar a presença de uma mulher negra nos espaços de poder

Foto: Reprodução/Youtube
A candidata a deputada estadual pelo PT na Bahia, Marivalda da Silva, defendeu, em entrevista à Rádio Metropole nesta terça-feira (22), a ampliação da representação da Região Metropolitana de Salvador (RMS) na Assembleia Legislativa da Bahia. Ex-vice-prefeita e ex-vereadora de Candeias, ela afirmou que pretende usar a experiência política e a proximidade com movimentos sociais e sindicais para conquistar espaço na disputa.
Marivalda disse que sua candidatura busca se diferenciar pela trajetória na região e pela atuação junto à população. “Viemos com o diferencial da mulher negra da RMS e que conhece as pessoas, que sempre tento me aproximar de forma diferenciada, levando as políticas públicas do governo Lula e Jerônimo para aqueles que mais precisam”, afirmou. Segundo ela, o objetivo é ser uma voz para a região, que, em sua avaliação, atualmente carece de representação.
Sobre o cenário de Candeias, Marivalda afirmou perceber insatisfação da população com a situação do município, especialmente na área da saúde. Ela citou a arrecadação mensal da cidade e disse que, apesar disso, moradores sentem falta de serviços básicos. “Candeias arrecada R$ 60 milhões por mês e sente falta do básico na saúde”, declarou.
Ao comentar a percepção de mudança apontada por ACM Neto, a candidata afirmou que identifica movimentos de setores que passaram a defender pautas conservadoras após o bolsonarismo. Na avaliação dela, parte desse espaço foi ocupado por grupos que anteriormente não tinham presença política. Marivalda também citou uma avaliação atribuída a Lula sobre os programas sociais e a dificuldade de transformar ganhos de consumo em participação cidadã.
Marivalda também defendeu maior participação e cobrança sobre os parlamentares. Segundo ela, as casas legislativas são formadas por diferentes segmentos políticos e ideológicos e devem funcionar como espaços de debate. “Parlamento é casa de debates, posicionamentos. Não pode trabalhar em cima da morosidade, com a ideia de que, porque a população pode estar distante, não vai estar observando”, disse.
Confira na íntegra:
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