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A poucos dias das eleições, Marcos Coimbra vê Lula como favorito e avalia vitória no 1º turno

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A poucos dias das eleições, Marcos Coimbra vê Lula como favorito e avalia vitória no 1º turno

Sociólogo e diretor do Vox Populi avaliou, em entrevista ao Jornal da Metropole no Ar, o cenário da disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro a cinco dias da eleição

A poucos dias das eleições, Marcos Coimbra vê Lula como favorito e avalia vitória no 1º turno

Foto: Reprodução/YouTube

Por: Metro1 no dia 29 de setembro de 2026 às 12:56

Atualizado: no dia 29 de setembro de 2026 às 15:27

O sociólogo e diretor do Instituto Vox Populi, Marcos Coimbra, afirmou nesta terça-feira (29) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é o favorito na disputa presidencial e avaliou que a eleição pode ser definida já no primeiro turno, marcado para domingo (4). Em entrevista ao Jornal da Metropole no Ar, ele analisou a concentração da corrida entre Lula e Flávio Bolsonaro e o desempenho dos demais candidatos na reta final.

Para Coimbra, Lula parte como principal nome por ser o político mais conhecido do país e ainda contar com uma maioria de eleitores que gosta dele e de suas posições. O sociólogo também comparou a trajetória do presidente à de Flávio Bolsonaro, a quem criticou pela falta de experiência política que, segundo ele, pudesse sustentar uma candidatura à Presidência.

“Ninguém sabe sequer, ninguém é capaz de mencionar um único discurso que ele [Flávio Bolsonaro] tenha feito no Senado em oito anos. Ele ganha um salário gordo de senador da República, fica lá oito anos e não faz um único discurso, que é o trabalho do senador. Se ele não queria fazer o trabalho do senador, não precisava ter disputado a eleição e vencido. Podia ter cuidado da fábrica de capacetes, da loja de chocolate, as coisas que ele fez na vida, que, francamente, não chegam a formar um currículo, sei lá, que atraia e que sugira que ele é uma pessoa capaz de resolver os problemas que as pessoas sentem e vivem”, afirmou.

Coimbra também atribuiu a polarização entre Lula e Flávio ao enfraquecimento dos demais candidatos ao longo da campanha. Segundo ele, nomes que chegaram a apresentar crescimento perderam força nos últimos dias, concentrando a disputa entre os dois.

Ao comentar os riscos de um governo comandado por um presidente que considera “aloprado”, o sociólogo citou Donald Trump como exemplo. “Nós estamos vendo nos Estados Unidos como que um presidente aloprado é capaz de prejudicar um país inteiro e fazer com que a imagem dos Estados Unidos esteja piorando no mundo todo. Já tem muita pesquisa feita internacionalmente que mostra que os Estados Unidos se tornaram um país que muito pouca gente aplaude, admira, quer visitar, isso se reflete até mesmo no turismo”, disse.

Confira a entrevista na íntegra: