Segunda-feira, 05 de outubro de 2026

Faça parte do canal da Metropole no WhatsApp

Home

/

Notícias

/

Rádio Metropole

/

Após reeleição, Jerônimo diz que ACM Neto vai "tirar a máscara" e apoiar Flávio Bolsonaro no 2º turno

Rádio Metropole

Após reeleição, Jerônimo diz que ACM Neto vai "tirar a máscara" e apoiar Flávio Bolsonaro no 2º turno

Governador afirmou que espera posicionamento do adversário após Neto sinalizar que discutirá apoio presidencial com o União Brasil

Após reeleição, Jerônimo diz que ACM Neto vai "tirar a máscara" e apoiar Flávio Bolsonaro no 2º turno

Foto: Luan Borges/Metropress

Por: Metro1 no dia 05 de outubro de 2026 às 08:45

Atualizado: no dia 05 de outubro de 2026 às 09:28

Reeleito governador da Bahia neste domingo (4), Jerônimo Rodrigues (PT) afirmou, em entrevista à Rádio Metropole, que ACM Neto (União Brasil) deve “tirar a máscara” e declarar apoio a Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da eleição presidencial. Derrotado na disputa pelo governo estadual, Neto afirmou que irá a Brasília para discutir com as lideranças do União Brasil o posicionamento do partido.

“Tenho certeza que o meu opositor vai tirar a máscara”, afirmou Jerônimo ao comentar o possível apoio de Neto ao candidato à Presidência no segundo turno.

Na noite deste domingo, após a derrota, Neto afirmou que pretende continuar na política e disse que “para mudar a Bahia vai ser preciso, primeiro, mudar o Brasil”. O ex-prefeito de Salvador também informou que viajaria para Brasília nesta segunda-feira (5) e que, na terça-feira (6), se reuniria com integrantes do partido para definir o posicionamento no segundo turno presidencial.

Ao comentar a declaração de derrota de Neto, Jerônimo negou participação do grupo político em denúncias feitas contra o adversário. “Nenhuma dessas denúncias que saiu contra ele teve dedo nosso”, afirmou.

Durante a entrevista, o governador também destacou a votação de Lula na Bahia. “A Bahia entregou quase 6 milhões de votos a Lula, isso é demonstração de gratidão.” Jerônimo disse ainda que, na avaliação dele, o presidente faz um mandato que não considera a filiação partidária dos gestores. “Lula está fazendo mandato que não olha de que partido é.”

Confira na íntegra: