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Aos Fatos: Segundo turno presidencial, Jerônimo reeleito e o mapa das eleições na Bahia

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“Fascista não se cria”; comenta Jornalista do Brasil de Fato sobre vitória de Lula na Bahia
Igor Carvalho comenta o resultado das urnas na Bahia, avalia que a sociedade "aposta na exclusão" e prevê indultos do 8 de janeiro caso Flávio Bolsonaro seja eleito

Foto: Reprodução/Youtube/Portal Metro1/ Qualidade ampliada com inteligência artificial
O jornalista e supervisor de jornalismo do Brasil de Fato, Igor Carvalho, acredita que o resultado nas urnas é “revelador” sobre os costumes dos brasileiros. Em entrevista ao Jornal da Cidade, ele comenta os possíveis cenários caso a vantagem de Flávio Bolsonaro (PL) se repita no segundo turno e a diferença dos resultados na Bahia quando comparados ao estado de São Paulo.
O jornalista reconheceu o destaque dos resultados das eleições no estado, onde o candidato à reeleição Lula (PT) venceu no primeiro turno: “A Bahia é lugar onde fascista não se cria, pelo visto. A eleição de Jerônimo no primeiro turno, o PT com a maior bancada na Assembleia Legislativa, é um cenário bem diferente das notícias de São Paulo, que não são muito boas”, comentou.
“Cabe uma reflexão do que as eleições revelam sobre os costumes do país. É difícil pra gente admitir que existem pessoas ruins. Mas a sociedade está apostando no caminho da exclusão. É assustador o recado que as urnas dizem pra gente”, disse.
Igor prevê que caso seja confirmada a vitória de Flávio Bolsonaro (PL), a primeira medida deve ser os indultos, ou seja, a anistia, para os manifestantes do 8 de janeiro, que protagonizaram a trama golpista. Ele avalia que o Supremo Tribunal Federal também está em risco: “Podemos esperar a cassação de alguns ministros, como Flávio Dino e Alexandre de Moraes, o (Cristiano) Zanin. Talvez sobre até pro Gilmar Mendes”, afirmou.
O jornalista acredita em uma provável reeleição do atual presidente Lula (PT), e aponta que apesar da atual composição da Câmara dos Deputados e do Senado, Flávio não dialogou com o Congresso. Apesar disso, Igor sustenta que nenhum dos dois candidatos tem condições de conduzir uma reforma administrativa no Brasil.
Confira a entrevista na íntegra:
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