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Estresse e intolerância podem prejudicar a saúde do coração, alerta cardiologista

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Estresse e intolerância podem prejudicar a saúde do coração, alerta cardiologista

No Jornal da Bahia no Ar, Dr. Andrei Sposito destacou os efeitos das emoções, da polarização e dos hábitos cotidianos sobre o risco cardiovascular

Estresse e intolerância podem prejudicar a saúde do coração, alerta cardiologista

Foto: Reprodução/Youtube

Por: Metro1 no dia 21 de outubro de 2026 às 11:19

Atualizado: no dia 21 de outubro de 2026 às 11:41

O médico cardiologista Dr. Andrei Sposito destacou que o estresse, as emoções e os hábitos cotidianos podem influenciar diretamente a saúde cardiovascular. Durante participação no Jornal da Bahia no Ar, nesta quarta-feira (21), ele explicou que pesquisas recentes permitem avaliar com maior precisão os efeitos de fatores emocionais e ambientais sobre o coração, incluindo a espiritualidade, a qualidade do sono e a intolerância a opiniões divergentes.

Segundo Sposito, a espiritualidade tem sido associada à proteção cardiovascular, independentemente da crença individual. Ele ressaltou que a fé e a conexão com algo considerado superior podem estar relacionadas à redução do risco de infarto e acidente vascular cerebral (AVC). Em contrapartida, pensamentos conflituosos e emoções negativas também podem repercutir na saúde.

O cardiologista chamou atenção ainda para a influência do ambiente sobre o organismo. De acordo com ele, fatores como iluminação e exposição a sons, além do costume de dormir com a televisão ligada, podem prejudicar a saúde e aumentar os riscos de diabetes, obesidade e infarto.

Ao abordar o cenário social, Sposito alertou para os possíveis efeitos da hostilidade e da intolerância ao pensamento diferente. Para o médico, a polarização ultrapassou o campo político e passou a fazer parte das relações cotidianas, o que pode trazer consequências para a saúde cardiovascular da população nos próximos anos.

“Você não é produto só do que tem dentro de você, mas de tudo que está à sua volta”, afirmou. O cardiologista acrescentou que os impactos desse comportamento coletivo podem se tornar mais evidentes com o passar do tempo.

Confira entrevista na íntegra: