
Saúde
SUS começa transição para adotar insulina mais moderna e de ação prolongada
Insulina NPH será substituída pela insulina glargina, de ação prolongada e mais moderna

Foto: Rafael Nascimento/MS
O Ministério da Saúde realiza entre fevereiro e março um projeto-piloto no Amapá, Paraíba, Paraná e no Distrito Federal para substituir a insulina NPH, de duração média e mais antiga, pela insulina glargina, de ação prolongada e mais moderna. Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a ideia é atingir todos os estados ainda neste ano.
São contemplados, até o momento, crianças e adolescentes de até 17 anos com diabetes tipo 1 e idosos com 80 anos ou mais com diabetes tipo 1 ou 2. A estimativa é que cerca de 50 mil pessoas sejam contempladas nessa primeira fase.
O ministro afirma que a escolha do público-alvo foi pactuada entre o comitê de especialistas e gestores estaduais e municipais. No entanto, conforme a evolução do programa e a capacidade de produção, a indicação pode ser ampliada ao longo do ano, inclusive para atender mais pessoas com diabetes tipo 2, que é mais recorrente no país.
As equipes de saúde passam por treinamento para prescrição, aplicação e acompanhamento dos pacientes, incluindo orientações sobre o uso das canetas de insulina, consultas regulares e visitas domiciliares.
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