
Saúde
“Temos que fazer alguma coisa”, diz superintendente da OSID sobre crise
A superintendente da OSID, Maria Rita Lopes Pontes, comentou a difícil situação financeira que a instituição enfrenta. [Leia mais...]

Foto: Tácio Moreira/ Metropress
A superintendente das Obras Sociais Irmã Dulce (OSID), Maria Rita Lopes Pontes, comentou a difícil situação financeira que a instituição enfrenta. Em entrevista à Rádio Metrópole, na tarde desta segunda-feira (4), ela afirmou que tem tentado sensibilizar algumas autoridades de Brasília, na busca por ajuda.
Com cerca de 4 milhões de atendimentos ambulatoriais por ano através do Sistema Único de Saúde (SUS), a OSID tem enfrentado uma crise financeira desde o final de 2015, situação que é agravada com a diminuição das doações.
“Do Ministério da Saúde, para que seja preciso rever esse contrato nosso que está sem reajuste, as receitas congeladas. Chega a um limite, se a gente não conseguir esse reajuste, passar por mais um dissídio, vai ser muito difícil. Por enquanto, não afeta o atendimento, não tem como enxugar pessoal, porque já é muito enxuta, se for enxugar significa redução no atendimento, então estamos vendo se existe alguma possibilidade. Temos que fazer alguma coisa”, disse.
Em maio deste ano, Maria Rita contou à Metrópole, que a instituição precisa adquirir um equipamento cirúrgico para melhorar o atendimento e optou em recorrer ao financiamento coletivo - modelo de negócio onde pessoas se identificam com a causa ou projeto e resolvem contribuir financeiramente ou através de trabalho voluntário, com o projeto anunciado.
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