
Saúde
Anvisa proíbe suplementos supostamente usados para melhorar a saúde da próstata; veja lista
Decisão atinge seis marcas e inclui produtos fabricados sem identificação da empresa responsável

Foto: Imagem gerada por Inteligência Artificial/Metropress
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão de todos os lotes de produtos supostamente à base de Pygeum, ingrediente extraído da casca de uma árvore africana e utilizado na fabricação de suplementos voltados à saúde da próstata. A decisão também proíbe a fabricação, a venda, a distribuição, a propaganda, o transporte e o uso dos itens. A resolução foi publicada no Diário Oficial da União nesta sexta-feira (6).
A medida atinge seis marcas e também produtos comercializados sem identificação de fabricante. São eles:
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Pygeum Oficialfarma;
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Pygeum Unicpharma;
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Pygeum Bioformulas;
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Pygeum Swanson;
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Pygeum Recover Farma;
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Pygeum Nutricost;
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Produtos vendidos apenas com o nome Pygeum.
Segundo a Anvisa, os itens eram anunciados e comercializados sem registro, notificação ou cadastro na agência. A resolução também aponta que a empresa responsável pela fabricação não foi identificada e não possui CNPJ conhecido.
Outros produtos proibidos
A mesma determinação inclui todos os lotes de Diluente Bacteriostático e Água Bacteriostática, além de unidades falsificadas do medicamento Mounjaro nas dosagens de 2,5 mg, 5 mg e 15 mg. Nesse último caso, a fabricante Eli Lilly identificou embalagens e números de lotes diferentes dos originais. A proibição do lote D810042 vale apenas para as unidades falsificadas.
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