Saúde

Subsecretário detalha ações contra Febre Amarela e diz: "Não vai faltar vacina"

O subsecretário estadual de Saúde e médico infectologista, Roberto Badaró, foi entrevistado por José Eduardo, na Rádio Metrópole, na manhã desta quinta-feira (30), comentou os casos suspeitos de Febre Amarela em macacos, em Salvador, e assegurou que as vacinas fornecidas pelo Estado não vão acabar. [Leia mais...]

[Subsecretário detalha ações contra Febre Amarela e diz:
Foto : Tácio Moreira/Metropress

Por Gabriel Nascimento e Matheus Morais no dia 30 de Março de 2017 ⋅ 08:49

O subsecretário estadual de Saúde e médico infectologista, Roberto Badaró, foi entrevistado por José Eduardo, na Rádio Metrópole, na manhã desta quinta-feira (30), e comentou os casos suspeitos de Febre Amarela em macacos, em Salvador, além de assegurar que as vacinas fornecidas pelo Estado não vão acabar.

Destacando o trabalho para impedir um surto da doença entre humanos na Bahia, Badaró pediu paciência a população. "As pessoas precisam entender que não dá para vacinar todo mundo de uma vez só. É bloquear as áreas onde existem animais infectados. Não vai faltar vacina, não precisa correr. As vacinas serão disponibilizadas em áreas prioritárias", declarou.

"O processo de bloqueio das cidades foi iniciado há três meses e nós já bloqueamos 74% da população. As pessoas que estão nos locais onde estavam os macacos podem ser infectados pelos mosquitos. O papel é bloquear as pessoas dessas áreas. Fizemos um pacto federativo e a Bahia foi beneficiada. Vamos ter 2 milhões de doses vacinais. Tem muita gente que já está imunizada", acrescentou.

Badaró fez ainda um apelo contra o sacrifício de animais. "Os cientistas fazem a captura de animais silvestres para se ter um controle das doenças. Se a vigilância encontrar um animal morto, tem que ser analisado. As pessoas não podem sacrificar os animais. Se encontrar um animal morto, avisa a vigilância. Não tem motivo de pânico, fiquem calmos. Mas temos que cobrar para que as vacinas não faltem", destacou. "A gente não pode relaxar no combate ao mosquito Aedes Aegypti. A população tem que fazer parte do combate", finalizou.  

 

Notícias relacionadas