Bahia

Governo da Bahia reduz gastos em 10% em primeiro semestre de 2017

O Governo da Bahia, anunciou, nesta quarta-feira (20), que conseguiu reduzir custos administrativos em 10% no primeiro semestre de 2017, em comparação ao mesmo período de 2014. [Leia mais...]

[Governo da Bahia reduz gastos em 10% em primeiro semestre de 2017]
Foto : Daniele Rodrigues/GOVBA

Por Paloma Morais no dia 20 de Setembro de 2017 ⋅ 14:45

O Governo da Bahia, anunciou, nesta quarta-feira (20), que conseguiu reduzir custos administrativos em 10% no primeiro semestre de 2017, em comparação ao mesmo período de 2014. Segundo a gestão estadual, a contenção de gastos é resultado de ações como a redução de 27 para 24 o número de secretarias estaduais, o corte de dois mil cargos e empregos públicos, além de instituição de uma boa política do gasto público sob a liderança da Secretaria da Fazenda do Estado (Sefaz). Ainda de acordo com o governo, a redução é positiva se considerar a inflação acumulada de 23,35% nos últimos três anos. Entre os itens que registraram quedas reais, estão as despesas relativas à mão de obra terceirizada (-15%), diárias (-45%) e material de consumo (-12%).

De acordo com Rui Costa, os gastos permaneceram estáveis, em relação ao pico inflacionário recente, por causa de "um esforço diário de gestão das contas de consumo". “É uma luta diária. Estamos vivendo uma crise política e financeira sem precedentes que abala a economia de todo o País. Não adianta ficar lamentando, o segredo é trabalhar. Com trabalho os resultados aparecem”, comemorou.

Segundo o secretário estadual da Fazenda, Manoel Vitório, o controle do gasto público está entre as medidas fundamentais para que o governo tenha mantido o equilíbrio fiscal. “A despeito da crise que tem afetado seriamente as finanças de alguns dos maiores estados do País, a Bahia segue pagando em dia os salários dos servidores, honrando os compromissos com fornecedores e sustentando o ritmo dos investimentos públicos na capital e no interior”.

O secretário destacou ainda que a Dívida Consolidada Líquida, que equivalia a 0,56 da Receita Corrente Líquida no final de 2016, recuou para 0,49. A Bahia segue, assim, com um perfil de endividamento ajustado se comparado a de grandes estados como o Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais.

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