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Bahia registra 18 mortes de PMs só em 2017 e secretário promete ação: "Luta para fazer justiça"

Secretário de Segurança Pública da Bahia, Maurício Barbosa lamentou, em entrevista a José Eduardo, na Rádio Metrópole, nesta quinta-feira (5) o aumento do número de policiais assassinados em 2017. O último caso aconteceu na segunda-feira (2), quando o policial militar da reserva Carlos José de Jesus Cruz, 50 anos, foi assassinado a tiros no bairro de Brotas [Leia mais...]

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Foto : Tácio Moreira/Metropress

Por Bárbara Silveira e Matheus Morais no dia 05 de Outubro de 2017 ⋅ 08:20

Secretário de Segurança Pública da Bahia, Maurício Barbosa lamentou, em entrevista a José Eduardo, na Rádio Metrópole, nesta quinta-feira (5) o aumento do número de policiais assassinados em 2017. De acordo com levantamento feito pela TV Record, foram 18 PMs mortos só em 2017. O último caso aconteceu na segunda-feira (2), quando o policial militar da reserva Carlos José de Jesus Cruz, 50 anos, foi assassinado a tiros no bairro de Brotas.

"Para nós é uma situação traumática, com perda de companheiros que colocam suas vidas em risco para defender a população. Estamos na luta para fazer justiça e prender esses criminosos. Nós temos alcançados objetivos bons nas elucidações dos crimes", disse. De acordo com o secretário, a maior parte dos criminosos envolvidos nas mortes de PMs foram identificados e presos. "Nós identificamos todas as pessoas que mataram os policiais, menos nesses dois últimos casos, temos 17 pessoas presas. Nossa prioridade é elucidar esses casos. Se as pessoas não forem colocadas atrás das grades, estimula a bandidagem a continuar", afirmou.

Maurício Barbosa lembrou ainda os parlamentares e organizações de Direitos Humanos que criticam a ação da PM. "Eu venho cobrando dos nossos parlamentares uma politica nacional de segurança pública. O policial é quem sofre a rebarba inicial, ele sofre mais com o descaso da bandidagem com o estado de direito. Peço que nossos parlamentares que criticam muito a segurança pública, que coloquem em pauta um fundo nacional de segurança pública, para que a gente possa enfrentar a criminalidade do país. Que as ditas organizações de direitos humanos apoiem as famílias de policias mortos", reclamou.

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