Brasil
Lula assina decreto que cria Sistema Nacional de Trilhas e fortalece turismo e conservação ambiental

Grupo já chegou a ser condenado a pagar R$10 milhões por danos à saúde pública, mas segue atuando com desinformação em suas publicações e palestras

Foto: Daiane Mendonça/Secom
Mesmo após ser condenada em R$10 milhões por danos à saúde pública, a Associação de Médicos Pela Vida (MPV) segue disseminando desinformação. O grupo, que protagonizou a defesa da cloroquina durante o auge da pandemia, agora propaga o discurso antivacina.
Através de palestras e encontros online, a associação endossa o que chama de “terapias alternativas”. Além disso, as publicações feitas no canal do Telegram chegam a ter mais de 4 mil visualizações cada. Segundo apuração do Estadão, a entidade recebe apoio de empresas para propagar ideias sobre a necessidade de realizar um “detox vacinal", isso em um momento em que o Brasil está em queda da cobertura vacinal.
A associação foi criada em 2020, durante a pandemia, e defendeu o uso de hidroxicloroquina e a ivermectina para tratar a covid-19, assim como fez defesa, por meio de informe publicitário na imprensa, do chamado “kit covid”. Em nota, a MPV disse contar com atuação voluntária de médicos que prezam pelo debate de todo tipo de terapia medicinal.
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