
Brasil
Petrobrás não exerce direito de assumir controle da Braskem
A estatal, que detém 47% das ações votantes, abre mão do direito de preferência de controlar integralmente a Braskem

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
A Petrobrás não vai exercer o direito de preferência para assumir o controle da companhia petroquímica Braskem, segundo informe da própria sociedade de economia mista, nesta quinta-feira (12). A Braskem, sexta maior petroquímica do mundo, está em recuperação judicial com a Novonor, antiga Odebrecht e controladora da companhia. Estão em tentativa de renegociar dívidas para evitar falência, com aval da Justiça.
A Novonor, dona de 50,1% das ações da Braskem com poder de voto, já anunciou que quer vender a empresa, atualmente em crise financeira pela baixa do mercado petroquímico internacionalmente. A Petrobrás é dona de 47% das ações votantes e, de acordo com os acionistas, pode exercer o chamado direito de preferência, ou seja, optar e ter prioridade para ser compradora das ações detidas pela Novonor.
No comunicado enviado aos investidores, a Petrobrás informou que abriu mão do direito, não vai aumentar e nem vender a participação na Braskem. Ela continuará sócia, mas sem controle. O informe também sinalizou que a decisão foi tomada na quarta-feira (11), em reunião do conselho de administração da estatal.
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