
Brasil
Moraes determina vigilância policial 24 horas em hospital onde Bolsonaro está internado
Decisão do STF prevê presença permanente da PM na porta do quarto e proíbe entrada de celulares e outros dispositivos eletrônicos

Foto: Bruno Peres/Agência Brasil
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, estabeleceu que a Polícia Militar do Distrito Federal mantenha vigilância permanente no hospital onde o ex-presidente Jair Bolsonaro está internado. Com a mediada, ao menos dois policiais permanecem 24 horas por dia na porta do quarto.
A decisão também proíbe a entrada de computadores, celulares ou qualquer outro dispositivo eletrônico na UTI ou no quarto hospitalar enquanto durar a internação. Bolsonaro foi transferido para o Hospital DF Star, onde foi diagnosticado com pneumonia. Após a transferência, Moraes determinou o reforço na segurança e no monitoramento do ex-presidente.
O pedido foi encaminhado ao núcleo de custódia do 19º Batalhão da Polícia Militar. Na decisão, o ministro solicitou que a corporação providencie vigilância durante todo o período de internação e mantenha equipes de prontidão no hospital. Além dos dois policiais posicionados na porta do quarto, outras equipes podem ser mobilizadas dentro e fora da unidade hospitalar conforme a necessidade.
A decisão também determina que a polícia fiscalize o cumprimento da proibição de entrada de aparelhos eletrônicos na UTI. Moraes ainda revogou visitas que estavam previamente agendadas para o ex-presidente.
Bolsonaro foi levado ao hospital após passar mal durante a madrugada, apresentando febre, crises de vômito e queda na saturação de oxigênio. De acordo com relatório médico, o ex-presidente foi diagnosticado com broncopneumonia aguda de provável origem aspirativa.
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