
Brasil
Operação do MP prende 11 vereadores em Osasco; prefeito eleito é procurado
O Ministério Público do Estado de São Paulo deflagrou, na manhã desta terça-feira (6), a segunda fase da operação Caça-Fantasmas, em Osasco, na Grande São Paulo. Onze vereadores da cidade foram presos. O MP pediu ainda a prisão preventiva do prefeito eleito de Osasco, que não foi encontrado [Leia mais...]

Foto: Reprodução / MP-SP
O Ministério Público do Estado de São Paulo deflagrou, na manhã desta terça-feira (6), a segunda fase da operação Caça-Fantasmas, em Osasco, na Grande São Paulo. Onze vereadores da cidade foram presos. O MP pediu ainda a prisão preventiva do prefeito eleito de Osasco, Rogério Lins (PTN), que tambem é vereador na cidade. Segundo a polícia, Lins não foi localizado na sua residência e procurado. Familiares informaram que ele estaria viajando. No total, foram expedidos 14 mandados de prisão contra vereadores de Osasco.
A operação foi deflagrada em agosto de 2015 com o objetivo acabar com um esquema de funcionários fantasmas e captação de dinheiro de parte do salário dos assessores dos vereadores. Segundo estimativa do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Osasco, coordenado pelo promotor de Justiça Gustavo Albano, o esquema desviou R$ 21 milhões.
Desde o início da operação, 73 mandados de busca foram cumpridos. A denúncia foi oferecida nesta semana contra 217 pessoas, entre vereadores, assessores e fantasmas. Mais de 200 pessoas foram afastadas de seus cargos cautelarmente pela Justiça, a pedido do Ministério Público de São Paulo.
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