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PF vai investigar mensagens de ódio no Facebook contra Dilma Rousseff

A Secretaria-Geral da Presidência da República afirmou neste sábado (12) que pediu à Polícia Federal para investigar a empresa que prestaria serviços de buffet no evento Dialoga Brasil, em Teresina, onde a presidente Dilma Rousseff (PT) realizou um evento nesta sexta-feira (11). Segundo a nota enviada à imprensa, informações publicadas horas antes do evento em uma rede social poderiam colocar em risco a segurança da presidente da República, com "possível caracterização de incitação a crime contra a sua pessoa". [Leia mais...]

PF vai investigar mensagens de ódio no Facebook contra Dilma Rousseff

Foto: Reprodução/ Ag. Brasil

Por: Matheus Simoni no dia 12 de setembro de 2015 às 17:33

PF vai investigar mensagens de ódio no Facebook contra Dilma Rousseff

A Secretaria-Geral da Presidência da República afirmou neste sábado (12) que pediu à Polícia Federal para investigar a empresa que prestaria serviços de buffet no evento Dialoga Brasil, em Teresina, onde a presidente Dilma Rousseff (PT) realizou um evento nesta sexta-feira (11). Segundo a nota enviada à imprensa, informações publicadas horas antes do evento em uma rede social poderiam colocar em risco a segurança da presidente da República, com "possível caracterização de incitação a crime contra a sua pessoa".

De acordo com a Secretaria-Geral, uma funcionária do buffet La Trufel, contratado pelo Planalto, publicou uma mensagem controversa no Facebook. No texto, ela dizia que “hoje, a nossa presidente Dilma está em Teresina, e vou ter o 'prazer' de fazer o evento para ela e toda equipe. Queria saber dos meus colegas se alguém tem algum pedido especial, afinal é uma oportunidade única”. A publicação foi respondida por internautas com mensagens de ódio, inclusive com sugestões de envenenamento da presidente.

A assessoria da Secretaria-Geral afirma que a mensagem foi vista pela equipe de monitoramento das redes sociais da Presidência, e o serviço foi suspenso duas horas antes do evento. "Repudiamos qualquer forma de incitação a crime ou a atentado contra qualquer pessoa", diz a nota da Secretaria-Geral. A Advocacia-Geral da União vai avaliar as medidas cabíveis para eventual responsabilização penal e civil dos envolvidos.