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Brasil

Assessora é demitida após convocação para depor na CPI das Fake News 

Taíse de Almeida Feijó atuava na Secretaria-Geral da Presidência e trabalhou na comunicação da campanha eleitoral de Jair Bolsonaro

[Assessora é demitida após convocação para depor na CPI das Fake News ]
Foto : Cleia Viana/Câmara dos Deputados

Por Juliana Rodrigues no dia 02 de Novembro de 2019 ⋅ 16:00

Após ser convocada a depor na CPI das Fake News, a assessora da Secretaria-Geral da Presidência Taíse de Almeida Feijó foi demitida do cargo. A exoneração foi publicada no Diário Oficial da União de ontem (1º), e segundo o Estadão, ela foi comunicada que perderia o emprego na noite de quinta (31).

Feijó trabalhou na comunicação da campanha eleitoral de Jair Bolsonaro, no ano passado. Na época,  ela atuava na AM4 Inteligência Digital, empresa que prestou serviço ao então candidato e que é acusada de contratar disparos em massa de mensagens via WhatsApp contra o PT. No início do ano, ela entrou para o governo como assessora.

A convocação da agora ex-servidora do Palácio do Planalto na CPI das Fake News foi solicitada pelo deputado Rui Falcão (PT-SP) e aprovada na reunião do dia 23 de outubro. A justificativa apresentada pelo petista foi precisamente a citação do nome de Feijó em reportagens como responsável pela contratação de empresas para disparar as mensagens, o que é vedado pela legislação eleitoral.

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