
Brasil
"Hoje é mais difícil esconder dinheiro sujo no exterior", diz Vladimir Aras
Diante do cenário de corrupção e desvios de dinheiro, que levaram às investigações e até prisões no Brasil, o procurador regional da República e chefe da Secretaria de Cooperação Jurídica Internacional, Vladimir Aras, afirmou que, nunca os investigadores tiveram tantas ferramentas para rastrear criminosos e recursos desviados e deu exemplo do ex-diretor do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato, condenado no mensalão do PT. [Leia mais...]

Foto: Gabriela Korossy / Câmara dos Deputados
Diante do cenário de corrupção e desvios de dinheiro, que levaram às investigações e até prisões no Brasil, o procurador regional da República e chefe da Secretaria de Cooperação Jurídica Internacional, Vladimir Aras, afirmou que, nunca os investigadores tiveram tantas ferramentas para rastrear criminosos e recursos desviados e deu exemplo do ex-diretor do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato, condenado no mensalão do PT.
"Temos o fortalecimento dos organismos de cooperação internacional, com 85 pedidos feitos para 28 países. Receberam pedidos do Brasil para obtenção de provas no caso da Lava Jato. Hoje, é muito mais difícil esconder provas e dinheiro sujo no exterior. O Henrique Pizzolato se escondeu na Itália, achando que se livraria da pena aplicada pelo STF, mas isso não aconteceu. O dinheiro sujo no exterior tem sido bloqueado e já temos repatriado, trouxemos de volta R$ 402 bilhões, nunca houve isso no país. Anteriormente, na história do Brasil, só se havia conseguido repatriar R$ 45 milhões", disse em entrevista à Rádio Metrópole, nesta quarta-feira (02).
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