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Entenda projeto que proíbe cobrança de juros e multas em contas atrasadas de serviços essenciais

De acordo com informações da assessoria da Polícia Civil, divulgadas ontem (3), as testemunhas vão começar a ser ouvidas a partir desta sexta-feira (4) para apurar ataques a ônibus e tiroteio que deixou Lilian Santana dos Santos, 37 anos, morta e três crianças feridas, na Região do Nordeste de Amaralina, em Salvador, na última terça-feira. [Leia mais...]

Foto: Divulgação / Sindicato Rodoviários
De acordo com informações da assessoria da Polícia Civil, divulgadas ontem (3), as testemunhas vão começar a ser ouvidas a partir desta sexta-feira (4) para apurar ataques a ônibus e tiroteio que deixou Lilian Santana dos Santos, 37 anos, morta e três crianças feridas, na Região do Nordeste de Amaralina, em Salvador, na última terça-feira.
No local, nenhuma câmera de segurança foi encontrada, mas segundo a polícia, já foi solicitado novas perícias na cena do confronto entre policiais militares e criminosos. O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), responsável pela investigação, acredita em duas possibilidades, mas nada pode ser divulgado para não atrapalhar nas investigações.
A polícia aguarda o laudo que vai apontar se o tiro que atingiu as vítimas partiu de armas dos policiais ou dos criminosos. Já a 28ª Delegacia Territorial (DT/Nordeste) ficou responsável por apurar o incêndio do ônibus e o apedrejamento de outros dois horas depois do tiroteio, para saber se os crimes têm relação. O comando das ações do tráfico de drogas na região do Boqueirão, seria liderado pelo traficante identificado pela Polícia Militar como Chorrão, mas ainda não se sabe, também, de ele está por trás das ordens do toque de recolher e dos ataques no local.
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