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“Carnaval tem que continuar sendo para o povo”, diz Bruno Monteiro ao detalhar investimentos da folia

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“Carnaval tem que continuar sendo para o povo”, diz Bruno Monteiro ao detalhar investimentos da folia

Secretário de Cultura afirmou que Estado destinou R$ 17 milhões à festa e reforçou orientação de Jerônimo para ampliar democratização e apoio a blocos tradicionais

“Carnaval tem que continuar sendo para o povo”, diz Bruno Monteiro ao detalhar investimentos da folia

Foto: Reprodução/Carnaval da Macaco

Por: Metro1 no dia 16 de fevereiro de 2026 às 19:24

O secretário de Cultura da Bahia, Bruno Monteiro, afirmou nesta segunda-feira (16), no estúdio do Carnaval da Macaco, no Campo Grande, que o investimento do Governo do Estado na folia deste ano é o maior da história voltado aos blocos afro e demais manifestações tradicionais.

“Os blocos afros, afoxés, os blocos de samba, de reggae, de índio, são isso, são a conexão por meio da arte que as atuais gerações, que a formação cultural de hoje em dia tem com a história, com a ancestralidade. Com esse ano são R$ 17 milhões de investimentos, é o maior ouro negro da história, apoiando 134 entidades culturais no Carnaval de Salvador”, declarou.

Segundo ele, além da capital, o apoio tem alcançado o interior e outras festas populares da Bahia. Monteiro destacou que a cultura é o principal fator de fidelização dos turistas que visitam o estado.

“Eu digo sempre que as pessoas veem a Bahia porque nossas praias são lindas, porque a chapada é maravilhosa, porque a nossa culinária é única e porque o acolhimento do povo baiano é essencial, mas o que fideliza as pessoas é a nossa cultura”, afirmou.

O secretário também citou a orientação do governador Jerônimo Rodrigues para ampliar a democratização da festa. De acordo com ele, a diretriz inclui a contratação de grandes atrações sem cordas, o fortalecimento do Carnaval do Pelourinho e o apoio aos festejos nos bairros, como Nordeste de Amaralina, Liberdade, Ribeira, além da valorização do tradicional circuito do Garcia. “Agora, uma coisa a gente não pode abrir mão. Essa festa tem que continuar sendo sempre para o povo”, concluiu.