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Em resposta a Bruno Reis, coordenador da APLB diz: "quem vai dizer se o erro é histórico ou não é a vida"
Prefeito afirma que a APLB está cometendo erro histórico e Rui Oliveira diz que a entidade defende a vida

Foto: Divulgação APLB
O coordenador geral do sindicato dos professores da rede pública (APLB), Rui Oliveira, rebateu a declaração do prefeito de Salvador, Bruno Reis (Dem), de que a entidade está cometendo um erro histórico ao se negar a retornar às aulas semipresenciais. “Eu acho que é lamentável a posição do prefeito porque quem vai dizer se o erro é histórico ou não é a vida. Nós estamos lutando pela vida. Então, acho que é um equívoco a lamentação”, declarou o representante da APLB.
O prefeito avalia como sucesso o retorno nas escolas particulares e minimiza os casos de Covid-19 ocorridos nessas instituições. “Um caso ali, outro acolá", disse. Rui, por sua vez, lembrou que a pandemia está fora de controle em Salvador. “A recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) e de todos os infectologistas, inclusive do próprio secretário de Saúde do município, Léo Prates, é de que a curva de transmissão está acima de um e, quando está acima de um, não tem controle da pandemia e tem que evitar aglomeração. Se o prefeito acha que ter aula não é aglomerar, então o erro histórico é dele”, disparou.
Para Bruno Reis, a retomada da educação não interferiu no aumento de casos em Salvador. "Retomei a educação na cidade e ela em nada influenciou no aumento dos números. O retorno da rede privada é um sucesso", disse. Rui Oliveira insistiu em dizer que o movimento dos professores é em favor da vida. “Nós não defendemos o poder econômico, nós defendemos a vida”, arrematou. A categoria defende o retorno após a imunização com a segunda dose da vacina, prevista para agosto.
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