
Cidade
Em dia do combate à gordofobia, movimento de Salvador reforça mensagem por respeito
Grupo ativista Vai Ter Gorda quer incluir data no calendário municipal

Foto: Paulo Arcanjo/Vai Ter Gorda
Corpos gordos de todos os tamanhos estão por todo lugar. E a invisibilização e ridicularização das pessoas gordas é o o pilar do preconceito que estimula uma luta que é de todos, reforça a coordenadora nacional do grupo feminista 'Vai Ter Gorda', Adriana Santos. Nesta sexta-feira (10), Dia do Combate à Gordofobia, representantes do movimento realizam um ato simbólico, no Farol da Barra, em Salvador.
Para além da quebra de padrões no sentido estético, comenta Adriana, o movimento de mulheres gordas é vigilante dos direitos humanos e busca alertar àquelas que, vítimas de preconceito, acabam sem qualquer autoestima. Pior, se descuidando por insegurança.
"A gente vê essa data como um marco na luta por direitos e equidade social. Temos coisas a celebrar em relação a visibilização da nossa luta, mas ainda temos muito o que caminhar em relação a construção de políticas públicas inclusivas e dignidade social", reforça.
Adriana conta ainda que o Vai Ter Gorda mira a inclusão do dia 10 de setembro nos calendários municipal e estadual. Dois projetos estão em tramitação na Câmara Municipal de Salvador e na Assembleia Legislativa do Estado da Bahia (Alba) há mais de um ano. Até lá, vai ter gorda na rua, garante.
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