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"Não é com baderna que vão resolver greve", diz Silvio Pinheiro sobre servidores

Os servidores municipais de Salvador optaram por manter a greve após assembleia realizada na última segunda-feira (28). A greve foi iniciada no dia 15 de março, e ontem (27), durante a inauguração da nova Estação da Lapa, alguns trabalhadores aproveitaram a presençado prefeito ACM Neto para protestar e acabaram provocando um tumulto no local. [Leia mais...]

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Foto : Divulgação

Por Camila Tíssia e Gabriel Nascimento no dia 30 de Março de 2016 ⋅ 09:52

Os servidores municipais de Salvador optaram por manter a greve após assembleia realizada na última segunda-feira (28). A greve foi iniciada no dia 15 de março, e ontem (27), durante a inauguração da nova Estação da Lapa, alguns trabalhadores aproveitaram a presença  do prefeito ACM Neto para protestar e acabaram provocando um tumulto no local. Em entrevista à Rádio Metrópole, o secretário de Urbanismo (SUCOM), Silvio Pinheiro, comentou o assunto e disse que essas pessoas "não representam a qualidade e o compromisso dos servidores municipais que têm contribuído significativamente para o desenvolvimento da cidade".

"Ontem no dia da cidade, foram 10 ou 15 servidores. A gente sabe que não representam a grande maioria que continua trabalhando. A greve não afetou os serviços públicos. O serviço não pode parar, respeitamos a greve, mas não é dessa forma que vão conseguir resolver problemas, sobretudo porque conseguimos avançar bastante", falou.

O secretário afirmou também que os reajustes sempre foram dados. "Há anos reclamavam do plano de saúde, hoje tem um, de boa qualidade, com uma grande rede. Fizemos os pagamentos da prefeitura, mesmo com toda a dificuldade. Vários estados atrasam, parcelam o salário, teve município que pagou o 13º agora em fevereiro. O servidor tem a capacidade, hoje, de se antecipar de saber quando vai receber o salário, Sônia Magnólia [secretária municipal de Gestão] vem dialogando com os servidores". 

Ainda segundo Silvio, não é com "baderna" que vão conseguir negociar ou solucionar os problemas. "É uma minoria de diversas áreas ligados a partidos políticos, os serviços não estão comprometidos, porque esses poucos que fizeram baderna, foram com o claro intuito de prejudicar a entrega do equipamento não representa a categoria, temos muito que avançar, mas com diálogo", completou.

Os servidores pedem um reajuste linear de 17% para todas as categorias do funcionalismo público municipal. Ainda não existe data marcada para uma nova assembleia.

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