
Cidade
Vandalismo em equipamentos causa prejuízo superior a R$ 500 mil por ano em Salvador
Depredação e furtos em espaços públicos aumentam custos de manutenção na capital

Foto: Jefferson Peixoto / Secom PMS
Atos de vandalismo contra equipamentos públicos geram um prejuízo anual superior a R$ 500 mil para a Prefeitura de Salvador. O valor é gasto com reparos em estruturas danificadas e reposição de materiais furtados ou depredados em diferentes pontos da cidade.
De acordo com a Companhia de Desenvolvimento Urbano de Salvador (Desal), os casos mais frequentes ocorrem em praças e passarelas. Entre os problemas registrados estão o uso inadequado de brinquedos infantis, furtos de peças, danos a luminárias e a quebra de pisos, coberturas e estruturas de proteção.
Um exemplo recente ocorreu no Largo do Papagaio. O espaço, entregue à população em janeiro, sofreu danos poucos dias após a inauguração. Segundo a Desal, um balanço destinado a pessoas com deficiência foi utilizado de forma indevida por outras pessoas, o que acabou provocando avarias no equipamento.
O presidente da Desal, Virgílio Daltro, afirmou que a preservação dos espaços públicos depende também do cuidado da população. Segundo ele, quando os equipamentos são danificados, recursos que poderiam ser aplicados em novas áreas de lazer acabam sendo direcionados para consertos.
As equipes de manutenção da companhia atuam diariamente para recuperar estruturas danificadas. Os serviços são realizados a partir de demandas registradas pela Ouvidoria municipal, por solicitações da gestão pública e também por denúncias encaminhadas por moradores e pela imprensa.
Além da manutenção dos equipamentos, a Desal é responsável pela produção de grande parte do mobiliário urbano utilizado na cidade. A fábrica pública produz anualmente cerca de 50 mil peças, incluindo bancos, mesas de concreto, estruturas esportivas e outros itens instalados em espaços públicos.
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