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Defesa Civil registra 119 ocorrências e mantém monitoramento de áreas de risco em Salvador
Boletim da Codesal aponta 40 ameaças de desabamento e 17 deslizamentos de terra. Capelinha/Vila Picasso foi a região com maior volume de chuva nas últimas 72 horas

Foto: Divulgação/Codesal
A Defesa Civil de Salvador (Codesal) registrou 119 ocorrências relacionadas às chuvas nesta terça-feira (3), segundo boletim atualizado às 10h49. A maior parte dos chamados foi por ameaça de desabamento, com 35 registros, seguida por avaliação de área, com 21, e ameaça de deslizamento, com 17.
De acordo com o levantamento, também foram contabilizadas 10 ocorrências de deslizamento de terra, oito infiltrações, oito avaliações de imóvel alagado, seis árvores ameaçando cair, quatro ameaças de desabamento de muro, três desabamentos parciais, três orientações técnicas, dois casos de ameaça de desabamento de muro e um desabamento de imóvel.
Os bairros com maior número de solicitações foram Liberdade (29), Cajazeiras (18), Cabula/Tancredo Neves (17), Pau da Lima (14), Cidade Baixa (9), Barra/Pituba (8) e Valéria (6).
No Plano Preventivo de Defesa Civil (PPDC), Salvador permanece em nível de Atenção, estágio que indica a necessidade de monitoramento diante da criticidade das condições meteorológicas e do risco de movimentação de massa.
Segundo o informe meteorológico da Codesal, o maior acumulado de chuva nas últimas 72 horas foi registrado em Barra/Vila Naval, com 144 mm. Em seguida aparecem Massaranduba (127,8 mm), Ondina (110,6 mm), Capelinha/Vila Picasso (108,8 mm) e Rio Vermelho (106 mm).
O relatório também destaca que as áreas com sirenes apresentaram acumulados expressivos, com destaque para Capelinha/Vila Picasso e Lobato/Voluntários da Pátria, ambas com 108,8 mm, além de Baixa do Cacau, em São Caetano, com 102,8 mm.
No resumo do boletim, a Codesal informa que, nas últimas 72 horas, foram registradas 40 ocorrências de ameaça de deslizamento, 17 deslizamentos de terra e 19 avaliações de imóvel alagado. O órgão segue monitorando as áreas de risco da capital baiana.
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