Cidade
Salvador autoriza estudos de R$ 1,6 milhão para avaliar criação de marinas na Ponta do Humaitá

Empresa vem encomendando estudos a empresas reconhecidas no mercado pela experiência em gerenciamento de áreas afetadas por polução ambiental

Foto: Reprodução
A Terminal Itapuã, empresa controlada pelo Grupo Intermarítima, determinou prioridade máxima na busca de soluções que permitam reduzir os impactos da contaminação em São Tomé de Paripe sobre a população do Subúrbio de Salvador e, ao mesmo tempo, garantir a reabertura da praia o mais rápido possível.
“A partir do momento em que apareceram as manchas das cores azul e amarelo na Praia de São Tomé de Paripe, a Terminal Itapuã vem buscando de todas as formas identificar o que causou a contaminação”, destacou a empresa, após ser indagada pelo Metro1 sobre as ações que adotou para mitigar os efeitos da poluição em uma das mais frequentadas praias da capital baiana.
“Mesmo tendo consciência, desde os primeiros laudos apresentados, de que a contaminação era fruto de ação anterior a seu período de operação, a empresa vem tomando uma série de providências técnicas para esclarecer o que de fato ocorreu”, emendou a Terminal Itapuã, por meio de sua assessoria.
A empresa garantiu ainda que vem colaborando de forma integral com órgãos ambientais como Inema, Ibama e Ministério Público, com o objetivo de reduzir os impactos para moradores, comerciantes, pescadores e membros da comunidade de São Tomé de Paripe.
Na lista de iniciativas adotadas, a Terminal Itapuã vem encomendando uma série de estudos com empresas especializadas e reconhecidas no mercado pela expertise técnica em gerenciamento de áreas contaminadas, atendimento a emergências, monitoramento e análises laboratoriais. Entre as quais a ERM, EFCA, Planitox, ICHTUS Ambiente & Sociedade, ALS, Mérieux NutriSciences/Bioagri Ambiental e Ambipar.
“Tudo isso buscando chegar a um diagnóstico técnico ambiental que permita a realização de medidas de mitigação e reparo da situação o mais rápido possível”, destacou a empresa, que substituiu a Gerdau na operação do terminal marítimo voltado à carga e descarga de granéis sólidos.
A Terminal Itapuã já fez também solicitação oficial aos órgãos ambientais para que a maior parte da praia seja liberada para uso da população e que apenas a área mais próxima ao terminal permaneça interditada, na medida em que os estudos demonstraram que a contaminação está restrita a esse espaço e não afeta o restante da praia de São Tomé de Paripe.
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