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Terceirizados: governo diz que “não cederá a pressões de períodos eleitorais"
Desde o último dia 30 de junho, quando os contratos com as empresas terceirizadas que prestavam serviços ao governo chegaram ao fim ou foram cancelados por não estarem em conformidade com a Lei Anticalote, como explicou o secretário de Educação, Walter Pinheiro, diariamente estudantes realizam protestos reclamando da ausência de merendeiras e vigilantes em unidade da rede estadual [Leia mais...]

Foto: Leitor/ Metro1
Desde o último dia 30 de junho, quando os contratos com as empresas terceirizadas que prestavam serviços ao governo chegaram ao fim ou foram cancelados por não estarem em conformidade com a Lei Anticalote, como explicou o secretário de Educação, Walter Pinheiro, diariamente estudantes realizam protestos reclamando da ausência de merendeiras e vigilantes em unidade da rede estadual.
O último aconteceu na manhã dessa segunda-feira (11), quando estudantes do Colégio Estadual Democrático Rômulo Almeida, no Imbuí, fecharam a Avenida Luís Viana Filho, a Paralela, no sentido Aeroporto, por volta das 9h. Em resposta, a Secretaria de Comunicação (Secom) afirmou que todos os pagamentos já foram realizados e informou que o Governo do Estado “não cederá a pressões típicas de períodos eleitorais para garantir o pleno funcionamento das escolas da rede estadual”.
Através de nota, o governo afirmou que a Secretaria da Educação (SEC) está acompanhando a situação e “trabalhando para que as atividades sejam normalizadas nas unidades de Salvador e do interior do estado o mais rápido possível”. "A SEC orientou que as direções das escolas mantivessem os atuais prestadores de serviço trabalhando, enquanto as empresas vencedoras da licitação regularizam a contratação dos prestadores de serviço. Quanto aos terceirizados, esclarece que todas as empresas já receberam os valores relacionados aos serviços prestados até o dia de hoje. A Secretaria está pressionando para que as empresas paguem os salários devidos”, esclareceu.
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