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Eliana Kertész foi o 'fenômeno eleitoral, imbatível até hoje', diz Aladilce

Durante a exposição virtual "Vereadoras de Salvador 1936-2016", inaugurada nesta quinta-feira (25), pela Câmara Municipal de Salvador (CMS), que mostra o perfil de 28 mulheres que foram edis na capital, a vereadora Aladilce Souza (PCdoB), presidente da Comissão da Mulher, falou sobre a "imbatível"Eliana Kertész, eleita em 1982. [Leia mais...]

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Foto : Tácio Moreira/ Metropress

Por Jessica Galvão e Matheus Morais no dia 25 de Agosto de 2016 ⋅ 17:28

Durante a exposição virtual "Vereadoras de Salvador 1936-2016", inaugurada nesta quinta-feira (25), pela Câmara Municipal de Salvador (CMS), que mostra o perfil de 28 mulheres que foram edis na capital, a vereadora Aladilce Souza (PCdoB), presidente da Comissão da Mulher, falou sobre a "imabatível"  Eliana Kertész, eleita em 1982. 

"Nós tivemos muitas mulheres de destaque. Só o fato de chegar até aqui, já coloca a mulher numa situação de superação e entre as 28 que chegaram, nós tivemos mulheres de grande relevância. Eliana Kertész, por exemplo, foi a mais votada de todos os tempos, foi o fenômeno eleitoral, imbatível até hoje e que fez um grande papel representando as mulheres na luta pela democracia, em relação as questões sociais", disse ao Metro1.

Na ocasião, Aladilce também falou sobre a exposição e disse que é importante a presença da mulher nas casas legislativas. "É uma exposição virtural. Nós fizemos uma pesquisa histórica e identificamos que em 80 anos de presença da mulher na Câmara Municipal de Salvador, nós tivemos apenas 28 mulheres de 1936 quando elege a primeira mulher que é Laurentina Pugas, a primeira vereadora dessa cidade. Até hoje nós tivemos apenas 28 mulheres, o que é um absurdo, uma sub representação muito injusta, porque nós somos 54% da população de Salvador e não podemos continuar nessa situação. Então, essa é uma atitude institucional da comissão para chamar atenção do eleitorado e da população de que é preciso que a gente aumente a representação das mulheres na Câmara Municipal. Essa é uma questão da democracia. Nós não pudemos ter, a maioria da população sub representada, que inclusive coincide com a campanha do TSE, da presença da mulher nas casas legislativas, nos espaços de poder. Portanto é um papel da comissão, estar vigilante e problematizando essas questões", falou ao Metro1.

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