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Emiliano José fala da carreira na comunicação: \'Minha maior alegria é ser chamado de professor\'

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Emiliano José fala da carreira na comunicação: \'Minha maior alegria é ser chamado de professor\'

O jornalista e escritor Emiliano José, foi entrevistado por Mário Kertész, na Rádio Metrópole e relembrou o início da carreira na comunicação da Bahia. Aliado ao trabalho de repórter, Emiliano também foi professor da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e atuou na política. [Leia mais...]

Emiliano José fala da carreira na comunicação: \'Minha maior alegria é ser chamado de professor\'

Foto: Tácio Moreira /Metropress

Por: Milene Rios e Matheus Morais no dia 08 de junho de 2017 às 08:43

Atualizado: no dia 08 de junho de 2017 às 09:20

O jornalista e escritor Emiliano José, foi entrevistado por Mário Kertész, na Rádio Metrópole e relembrou o início da carreira na comunicação da Bahia. Aliado ao trabalho de repórter, Emiliano também foi professor da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e atuou na política.

“Eu fui um aluno tardio, porque só entrei na Universidade depois da cadeia. Eu já era jornalista, mas não tinha diploma, aí fui fazer a faculdade. Fiz o concurso, passei e passei 25 anos na Facom dando aula e a minha maior alegria é ser chamado de professor, digo com muita franqueza. Eu sou filiado ao PT e sou primeiro suplente de deputado federal. Estou como superintendente de direitos humanos da Secretaria de Justiça”.

Sobre o futuro político, Emiliano José ainda não sabe se vai manter os planos e fez críticas ao governo Temer. “Eu vou decidir se serei candidato com o andar da carruagem. São muitas as possibilidades, vivemos no Brasil um momento em que as horas condensam anos. O governo do golpe, o governo do Temer é um desastre absoluto. Não estou nem discutindo a mala, o escândalo. Tiraram a Dilma, que é reconhecidamente uma mulher correta. É a proposta de retirada de direitos mais violenta da história o que esse governo fez”, pontuou o jornalista, fazendo elogios à ex-presidente.

“Acho a Dilma uma mulher extraordinária, de uma força grande e ela é uma mulher que enfrentou 22 dias de tortura sem entregar ninguém. Ela nunca tinha tido vida política institucional. O Lula é um mestre nisso, ele fazia o que o Euclides Neto chamava de 'alisar o lombo do burro'. Ela não alisava o lombo do burro, ela tinha que ser dura, porque os homens não são brincadeiras. É verdade que ela dotou uma politica equivocada, colocou o Joaquim Levy que era a mesma coisa do Henrique Meirelles. Ela hoje está mais leve, mais solta”, disse Emiliano José.