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Frequentadores do Parque da Cidade reclamam de quantidade e tamanho das lixeiras

As lixeiras instaladas no Parque da Cidade não dão conta de armazenar os descartes de soteropolitanos e turistas que frequentam o local. Um dos modelos tem a abertura pequena, o que impossibilita a colocação de cocos, tão consumidos no parque. O outro modelo, apesar da sofisticação, é ainda menor que o primeiro, padrão instalados por toda a capital baiana. [Leia mais...]

[Frequentadores do Parque da Cidade reclamam de quantidade e tamanho das lixeiras ]
Foto : Leitor Metro1

Por Luiza Leão no dia 03 de Outubro de 2017 ⋅ 19:10

As lixeiras instaladas no Parque da Cidade não dão conta de armazenar os descartes de soteropolitanos e turistas que frequentam o local. Um dos modelos tem a abertura pequena, o que impossibilita a colocação de cocos, tão consumidos no parque. O outro modelo, apesar da sofisticação, é ainda menor que o primeiro, padrão instalados por toda a capital baiana. De acordo com a Secretaria da Cidade Sustentável e Inovação (Secis), cerca de 100 lixeiras estão disponíveis no equipamento público.

Para Maria Pierre, que comemorou o aniversário do filho no espaço público, o tamanho das lixeiras não é capaz de comportar o lixo deixado pelas pessoas que frequentam o local. "Tem que aumentar, tem que ser aqueles cestos maiores porque não tem cabimento, não passa nem um coco naquele lixeiro. Se for fim de semana, então, com certeza não comporta", disse em entrevista ao Metro1.

Um outro aspecto destacado pela pedagoga foi a ausência dos objetos onde há maior fluxo de pessoas, como próximo aos brinquedos infantis, na entrada do Parque da Cidade. "Deveria ter mais pontos de lixeira, principalmente naquela parte onde a gente faz aniversário", opinou.

Segundo o titular da Secis, André Fraga, as lixeiras existentes no espaço público dão conta de armazenar os descartes. "Eu acredito que sim. A quantidade de lixeiras é suficiente sim. Tirando, claro, um domingo, com shows e etc... quando a gente dá um reforço. A quantidade de lixeiras é perfeitamente adequada", avaliou.

Questionado sobre a incapacidade das estruturas comportarem cocos, o secretário afirmou que o que há é excedente de vendedores e não ausência de lixeira. "Eles não são cadastrados, não são registrados. A gente só tem um ponto de venda de coco no Parque da Cidade. Do lado desse ponto tem uma lixeira que cabe coco", disse.

Ainda de acordo com o secretário, o problema do vandalismo, aliado à falta de educação dos soteropolitanos, contribui para a sujeira no parque. "A quantidade de lixeiras é variável por causa do vandalismo. Há em torno de 100 lixeiras. Esse ano a gente já perdeu seis ou sete por conta desse problema. Na minha opinião, sincera e honesta, a quantidade de lixeiras é suficiente e as pessoas é que são mal educadas e não usam a lixeira como deveria", acrescentou.

 

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