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‘Não é problema só das escolas’, diz chefe da Transalvador sobre engarrafamento na Paralela
O superintendente afirmou ainda que o órgão “faz uma fiscalização muito intensa” na carga e descarga da caminhões. [Leia mais...]

Foto: Gabriel Nascimento / Metropress
Superintendente da Transalvador, Fabrizzio Müller afirmou hoje, em entrevista a Mário Kertész, que o engarrafamento na Avenida Paralela, alvo de queixas constantes de ouvintes da Rádio Metrópole, não é só causado por escolas na região.
“Nas primeiras semanas de aula é sempre pior, mas ali não é um problema só da escolas, temos um problema naquela via marginal. Estamos estudando formas de aliviar isso. Nós obrigamos as escolas a colocar os monitores. Isso não resolve, sobretudo nas escolas maiores, mas temos feitos operações especificas e pontuais, mas ainda assim isso é um problema”, reconheceu.
O superintendente afirmou ainda que o órgão “faz uma fiscalização muito intensa” na carga e descarga de caminhões.
“Mas a cidade é muito extensa. A infração, muitas vezes na nossa cidade, é regra. Isso é um trabalho de aculturamento da população. A gente tem usado a tecnologia nesse processo de aculturamento, mas é muito difícil, isso é um processo lento. Muitas vezes, o veículo que está fazendo uma entrega pode ser autuado, mas o valor de uma multa ainda é muito pequeno”, criticou.
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