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Procurador se engana e nega que Edilson se encontrou com membro de quadrilha

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Procurador se engana e nega que Edilson se encontrou com membro de quadrilha

Após afirmar que o ex-jogador de futebol Edilson Capetinha tenha se encontrado com membros da quadrilha investigada pela Polícia Federal no âmbito da Operação Desventuras, que apura fraudes no pagamento de prêmios de loterias da Caixa Econômica Federal, o o Procurador da República, Hélio Telho Corrêa Filho se corrigiu através da assessoria e afirmou que o ex-atacante mandou alguém em seu lugar.[Leia mais...]

Procurador se engana e nega que Edilson se encontrou com membro de quadrilha

Foto: Reprodução/R7/Gazeta Press

Por: Matheus Simoni no dia 12 de setembro de 2015 às 19:34

Após afirmar que o ex-jogador de futebol Edilson Capetinha tenha se encontrado com membros da quadrilha investigada pela Polícia Federal no âmbito da Operação Desventuras, que apura fraudes no pagamento de prêmios de loterias da Caixa Econômica Federal, o o Procurador da República, Hélio Telho Corrêa Filho se corrigiu através da assessoria e afirmou que o ex-atacante mandou alguém em seu lugar.

Em nota enviada ao jornal Correio, Edilson enviou um representante para o aeroporto de Salvador. "Após conferência no processo, verificou-se que o ex-jogador não foi pessoalmente ao encontro e sim enviou outra pessoa no seu lugar. Portanto, nos autos não há fotografias ou filmagens do ex-jogador e sim escutas telefônicas autorizadas judicialmente", afirma o procurador, por meio da sua assessoria. De acordo com o órgão, o ex-atacante da seleção brasileira foi flagrado em escutas telefônicas após ter tido contato com membros da organização criminosa.

O procurador chegou a pedir a prisão de Edilson por conta do que foi ouvido nas escutas. No entanto, o pedido foi negado pela Justiça Federal. De acordo com o advogado do ex-jogador, a recusa do pedido de prisão é um indício de que Edilson não possui envolvimento com o caso. "Eu não tenho dúvida de que essa situação vai se esclarecer. As provas que a polícia tentou vincular a Edilson são muito fragéis. Justamente por isso, o juiz não determinou a prisão", afirmou Thiago Phileto, em entrevista ao site G1.