Vote na disputa pelo Prêmio PEBA para piores empresas da Bahia>>

Segunda-feira, 15 de dezembro de 2025

Faça parte do canal da Metropole no WhatsApp

Home

/

Notícias

/

Cidade

/

Três anos após incêndio, Instituto do Cacau segue abandonado

Cidade

Três anos após incêndio, Instituto do Cacau segue abandonado

Em julho de 2012, um incêndio atingiu a sede do Instituto do Cacau, no Comércio — único imóvel público de Salvador em arquitetura Bauhaus. Parte do telhado desabou e a fachada do prédio ficou comprometida com diversas rachaduras. [Leia mais...]

Três anos após incêndio, Instituto do Cacau segue abandonado

Foto: Tácio Moreira/Metropress

Por: Ticiane Bicelli no dia 02 de outubro de 2015 às 14:30

Em julho de 2012, um incêndio atingiu a sede do Instituto do Cacau, no Comércio — único imóvel público de Salvador em arquitetura Bauhaus. Parte do telhado desabou e a fachada do prédio ficou comprometida com diversas rachaduras.

Porém, mesmo depois de mais de três anos, pouca coisa foi feita para recuperar o local — que é tombado pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Ipac), desde 2002. A suposta garantia de prioridade nas linhas de financiamento municipal, estadual e federal em editais de museus e restauração foi ignorada, e a sensação é de abandono e descaso. 

Frequentemente, a Metrópole recebe denúncias sobre o abandono do prédio.

O leitor Michel Levy foi mais um a reclamar da falta de atenção do governo com as rachaduras e infiltrações que já tomam conta do edifício. “Olha o absurdo da marquise do Instituto do Cacau! Que fim vai levar o prédio?”, pergunta. E esse é o questionamento...

Nem sinal de revitalização
Em abril deste ano, a Secretaria da Administração do Estado (Saeb) afirmou que, até então, não havia sido possível realizar uma reforma geral no imóvel, apenas escoramentos para manter a segurança, além de uma reforma específica no posto SAC. “O projeto de recuperação foi elaborado e aguarda orçamento para que sua execução seja objeto de licitação”, dizia a nota da Saeb.

Já se passaram cerca de seis meses e absolutamente nada foi feito ainda. Procurada mais uma vez pelo Jornal da Metrópole, a Saeb se limitou a informar que a “execução do projeto de recuperação do imóvel será programada para o orçamento de 2016”.