
Cidade
Com contrapartida de shoppings, prefeitura investiu em infraestrutura e educação
A cobrança de estacionamentos nos shoppings de Salvador, iniciada no dia 22 de junho, ainda enfrenta a rejeição de consumidores e lojistas. Em entrevista à Rádio Metrópole nessa sexta-feira (16), o secretário municipal de Urbanismo, Silvio Pinheiro, reafirmou que a prefeitura foi contra a cobrança desde o início, mas não conseguiu impedir a tarifação. [Leia mais...]

Foto: Tácio Moreira/Metropress
A cobrança de estacionamentos nos shoppings de Salvador, iniciada no dia 22 de junho, ainda enfrenta a rejeição de consumidores e lojistas. Em entrevista à Rádio Metrópole nessa sexta-feira (16), o secretário municipal de Urbanismo, Silvio Pinheiro, reafirmou que a prefeitura foi contra a cobrança desde o início, mas não conseguiu impedir a tarifação.
Questionado sobre as contrapartidas exigidas pela administração municipal para o início da cobrança, o secretário afirmou que elas vão garantir inúmeras melhorias para a cidade. O início da cobrança foi possível após a assinatura de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) entre a prefeitura e a direção dos centros de compras e, ficou estabelecido, que os shoppings terão que investir R$ 108 milhões em melhorias na cidade.
“Essa cobrança aconteceria de uma forma de outra com ou não autorização da prefeitura. A prefeitura, por outro lado, negociou contrapartidas para a cidade resultando na obtenção de 30 escolas, centros de educação infantil que vão permitir quase 15 mil novas vagas na cidade, começarão a ser construídos nos próximos 15, 30 dias. Além de recebermos também a construção do centro de operações da cidade, muitas capitais do mundo tem essa centro, que permite o controle do transito na cidade”, disse.
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