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Estado precisa de uma nova política de Ciência e Tecnologia, diz secretária

Em entrevista à Rádio Metrópole, Adélia Pinheiro se disse comprometida com a inclusão de outras regiões da Bahia na discussão sobre o tema

[Estado precisa de uma nova política de Ciência e Tecnologia, diz secretária]
Foto : Tácio Moreira / Metropress

Por Juliana Rodrigues no dia 18 de Junho de 2019 ⋅ 09:19

A nova titular da Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), Adélia Pinheiro, afirmou, em entrevista a Mário Kertész, na Rádio Metrópole, que o principal objetivo da pasta sob seu comando será a descentralização do ecossistema de ciência, tecnologia e inovação. No Jornal da Bahia no Ar de hoje (18), Adélia explicou que a pasta trabalha em uma readequação da política estadual sobre o assunto, já que as diretrizes vigentes foram elaboradas ainda no século XX.

"Ainda que nestes 19 anos deste século tenhamos feito reuniões e discussões, efetivamente isso não se apresentou como uma política estruturada, então deveremos, aproveitando as comemorações da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, em outubro, realizar conferências regionais. Em dezembro, vamos realizar uma conferência estadual que nos permita elaborar uma política", disse.

Segundo a secretária, a descentralização da discussão sobre ciência, tecnologia e inovação prevê não apenas a inclusão de outras regiões do estado, como também um trabalho conjunto entre a Bahia e outras cinco unidades federativas do Nordeste, com apoio da Universidade Federal da Bahia (Ufba) e outras instituições federais e estaduais de ensino. "Uma parceria presente atualmente é um edital do Governo Federal chamado 'Ciência na Escola', voltado para a inserção, na escola, de atividades que favoreçam, oportunizem às nossas crianças e jovens a vivência na produção do conhecimento em ciência. Convidamos a Ufba para liderar esse processo, não só na Bahia, mas em cinco estados do Nordeste, já na lógica do Consórcio do Nordeste, liderado pelo governador Rui Costa", afirmou.

Adélia ainda falou sobre o projeto do living lab - laboratório vivo, um tipo de ecossistema de inovação aberta - público, outra parceria com a Ufba, que a Secti pretende inaugurar no segundo semestre. Segundo a secretária, o espaço servirá para demonstração e teste de soluções tecnológicas para cidades inteligentes, como o uso de energia.

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