Cidade

Réus da explosão da Farmácia Pague Menos serão ouvidos em fórum de Camaçari

Caso aconteceu no dia 23 de novembro de 2016, no Centro da cidade, e deixou 10 mortos e 9 feridos

[Réus da explosão da Farmácia Pague Menos serão ouvidos em fórum de Camaçari]
Foto : Reprodução/TV Bahia/Arquivo

Por Juliana Rodrigues no dia 10 de Setembro de 2019 ⋅ 08:00

Os oito réus do processo criminal que apura a explosão de uma loja da rede de farmácias Pague Menos, em Camaçari, na Região Metropolitana, serão ouvidos hoje (10), às 8h30, na última audiência do caso. O acidente aconteceu no dia 23 de novembro de 2016, no Centro da cidade, e deixou 10 mortos e nove feridos. Os réus serão interrogados pelo juiz Waldir Viana Ribeiro Júnior, no Fórum Criminal da cidade. As informações são do jornal Correio.

Dos oito réus, três, que estão em Brasília e Fortaleza, seriam interrogados por cartas precatórias. No entanto, abriram mão do direito de serem ouvidos em seus domicílios e serão interrogados pelo juiz Waldir Júnior.

A gerente da farmácia e três funcionários que trabalhavam na reforma da loja foram responsabilizados. Eles sofreram ferimentos no dia do incêndio. Além deles, o diretor e o gerente regional da Pague Menos e os donos das empresas de manutenção Chianca, que fazia reforma no telhado, e AR Empreendimentos, que fazia reparos no sistema de ar-condicionado, também foram indiciados. A polícia concluiu que eles desrespeitaram regras indispensáveis para a segurança dos clientes e funcionários.

No dia da explosão, funcionários da Chianca faziam reformas no telhado da farmácia, enquanto uma equipe da AR Empreendimentos trabalhava na manutenção do sistema de gás e ar-condicionado do estabelecimento. Os peritos concluíram que houve uma explosão provocada por um vazamento de gás, seguida de um incêndio e do desabamento do telhado.

Notícias relacionadas

[Mercado Municipal de Cajazeiras: 2 anos em reforma ]
Cidade

Mercado Municipal de Cajazeiras: 2 anos em reforma 

Por Alexandre Galvão no dia 19 de Setembro de 2019 ⋅ 09:00 em Cidade

A Superintendência de Obras Públicas (Sucop) não respondeu, mas o Diário Oficial do Município denunciou: a empresa vencedora da licitação foi a Qualy Engenharia