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Sob gestão da Rede D'Or, Hospital Aliança terá 'ainda mais qualidade', diz conselheiro

Em entrevista a Mário Kertész, na Rádio Metrópole, Albérico Machado Mascarenhas falou sobre os planos para o complexo hospitalar

[Sob gestão da Rede D'Or, Hospital Aliança terá 'ainda mais qualidade', diz conselheiro]
Foto : Reprodução

Por Juliana Rodrigues no dia 09 de Julho de 2020 ⋅ 09:03

O economista, diretor do Aliança Patrimonial e conselheiro do Hospital Aliança, Albérico Machado Mascarenhas, falou hoje (9), em entrevista a Mário Kertész, na Rádio Metrópole, sobre o projeto de ampliação da unidade de saúde. Na última semana, o Aliança passou a fazer parte do grupo hospitalar Rede D'Or São Luiz, que controla clínicas e hospitais em oito estados brasileiros.

De acordo com Mascarenhas, a transição para a Rede D'Or vai "trazer ainda mais qualidade" para o trabalho do Aliança. A unidade passará por uma reforma nos próximos meses e deve ganhar uma nova torre, chamada "Aliança Star", que começará a ser construída no início de 2021. Com a ampliação, o hospital terá até 340 leitos, 132 a mais do que hoje.

"É necessário que o hospital cresça, agora, por exemplo, nessa crise do Covid, tivemos lotação completa do hospital, tivemos que fazer um trabalho muito grande com as equipes médicas para poder dar conta. Então, o Aliança passa por essa expansão com qualidade ainda maior. Inclusive, agora, conseguimos separar as alas Covid e não-Covid, sem nenhum problema, porque a arquitetura permitia isso. Com essa ampliação, teremos mais qualidade ainda, mais equipes médicas, equipamentos mais sofisticados chegarão", disse.

Mascarenhas também lembrou sua passagem por cargos públicos no governo do Estado e na prefeitura de Salvador. Até 2014, o economista foi chefe da Casa Civil do prefeito ACM Neto, além de já ter passado pela Secretaria Estadual da Fazenda. Durante o período em que trabalhou com o então senador Antônio Carlos Magalhães, foi convidado por ele para se candidatar a prefeito, mas recusou. Questionado por Mário Kertész sobre um possível arrependimento, Mascarenhas afirmou que seria uma honra, mas frisou que a vida política não estava em seus projetos.

"Sem dúvida é um presente ser prefeito de Salvador, mas eu não tinha esse viés político. Nunca tive. Tive a honra e o prazer de trabalhar um ano e três meses com o prefeito, dei minha contribuição. Claro que seria um orgulho muito grande ser prefeito. Mas não fazia parte do meu projeto de vida, eu sempre disse isso, embora muitas vezes o senador ACM não tenha acreditado", contou.

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