
Economia
Conselho da Petrobras avaliará indicação de Pedro Parente na próxima segunda
O Conselho de Administração da Petrobras informou nesta sexta-feira (20) que vai avaliar, durante reunião extraordinária agendada para a próxima segunda-feira (23), a indicação de Pedro Parente para o cargo de presidente da petroleira. Até o resultado da reunião do conselho, continua no cargo Aldemir Bendine, que está a frente da presidência da estatal desde o ano passado, quando foi nomeado no governo da presidente afastada Dilma Rousseff. [Leia mais...]

Foto: José Cruz/Agência Brasil
O Conselho de Administração da Petrobras informou nesta sexta-feira (20) que vai avaliar, durante reunião extraordinária agendada para a próxima segunda-feira (23), a indicação de Pedro Parente para o cargo de presidente da petroleira. Até o resultado da reunião do conselho, continua no cargo Aldemir Bendine, que está a frente da presidência da estatal desde o ano passado, quando foi nomeado no governo da presidente afastada Dilma Rousseff. Segundo o portal G1, em comunicado emitido na manha desta sexta, a petroleira informou que o Conselho de Administração pretende apreciar também a indicação de Parente para integrar o colegiado. Os atuais conselheiros foram eleitos em abril, em uma assembleia de acionistas, para um mandato de 2 anos. Dos 10 conselheiros, 7 foram indicados pelo governo Dilma, incluindo o atual presidente do conselho, Luiz Nelson Guedes de Carvalho.
O anúncio do ex-ministro Pedro Parente como novo presidente da Petrobras foi feito pela assessoria de imprensa da Presidência da República na noite desta quinta-feira (19), após ida de Parente ao Palácio do Planalto para conversa com o presidente em exercício Michel Temer. A escolha dele teria o objetivo de blindar a Petrobras, alvo do maior escândalo de corrupção no governo Dilma. Pedro Parente, que foi chefe da Casa Civil no governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), ocupa atualmente a presidência do Conselho de Administração da BM&F Bovespa, mandato para o qual foi eleito em março do ano passado. O ex-ministro é formado em engenharia pela Universidade de Brasília (UnB) e exerceu, além de outras funções, o cargo de consultor do Fundo Monetário Internacional e coordenou, em 2002, a equipe de transição do governo FHC quando o ex-presidente Lula foi eleito.
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