
Economia
Prévia da inflação em dezembro na RMS é a mais baixa do Brasil
Salvador e Região Metropolitana (RMS) tiveram, em dezembro, uma redução de 0,09% no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) e mantiveram o ritmo de desaceleração registrado no mês anterior (-0,03%), abaixo da variação registrada em relação a dezembro do ano passado (0,05%). [Leia mais...]

Foto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil
Salvador e Região Metropolitana (RMS) tiveram, em dezembro, uma redução de 0,09% no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) e mantiveram o ritmo de desaceleração registrado no mês anterior (-0,03%), abaixo da variação registrada em relação a dezembro do ano passado (0,05%).
O IPCA-15 ficou abaixo da média do país (0,35%) e a prévia da inflação também foi considerada a menor entre as 11 regiões pesquisadas.
Com o resultado do mês natalino, no acumulado em 12 meses, o IPCA-15 da RMS ficou em 2,35%. O número mostrou uma desaceleração continuada em relação aos 12 meses encerrados em novembro. Na época, o indicador chegou a 2,49%, abaixo da média do país (2,94%).
Dos nove grupos de produtos e serviços que compõem o IPCA-15, quatro tiveram reduções médias de preços em dezembro: Alimentação e bebidas (-1,1%); Artigos de residência (-0,56%); Comunicação (-0,44%) e Habitação (-0,12%).
Os alimentos e bebidas (-1,1%) foram os principais responsáveis pela queda do IPCA-15 na RMS em dezembro, por causa da influência da redução dos preços médios da alimentação no domicílio (-1,29%).
Os alimentos têm o maior peso nas despesas familiares da região metropolitana, o que representa quase 30% dos gastos.
Na primeira quinzena do mês, alimentos importantes no consumo diário familiar tiveram consideráveis recuos de preços, a exemplo da farinha de mandioca (-5,45%), a cebola (-16,95%) e o açúcar cristal (-3,97).
Comer fora de casa também ficou mais barato e a queda foi de 0,66%. As influências mais importantes foram no almoço ou jantar, com queda de 2,1% na prévia da inflação de dezembro.
Assim como no restante do Brasil, as despesas com Transporte (1,16%) pressionaram o IPCA-15 de dezembro, na RMS. O que maior provocou o aumento foi a passagem aérea (21%) e da gasolina (1,7%).
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