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Funcionária do Yatch Clube é agredida por frequentador após dizer que vota em Lula
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Funcionária do Yatch Clube é agredida por frequentador após dizer que vota em Lula
Caso ocorreu no estacionamento do espaço; vítima, que trabalha no clube, recebeu um tapa no rosto

Foto: Divulgação
Uma funcionária do Yatch Clube da Bahia foi agredida fisicamente no estacionamento do espaço por um frequentador após dizer que votaria em Lula. Testemunhas ouvidas pelo Metro1 que presenciaram a agressão disseram que um homem se aproximou de Rosenice Nascimento dos Santos, integrante dos quadros de funcionários do clube, e desferiu um tapa no rosto da vítima.
"Ele chegou para ela e do nada, perguntou: 'Você vai votar em quem?'. Ela falou em Lula, e ele deu um tapa na cara dela. Minha mãe presenciou. Estou muito indignado. Quero ir ao clube, saber quem foi. Quero que ele seja expulso, enfim", desabafou em áudio um dos associados do Yatch. A agressão também foi denunciada no ar pelo apresentador da Rádio Metropole, Mário Kertész, durante o programa Três Pontos, transmitido às quartas-feiras, das 12h às 13h.
"A funcionária tá morrendo de medo. O caso ocorreu ontem (terça-feira, 20), no estacionamento do clube na Ladeira da Barra, no horário do almoço. Pensam que estão ainda na epoca da escravidão", relatou outra testemunha do caso, em mensagem encaminhada ao Metro1.
Um sócio do clube, que também entrou em contato com o portal na tarde desta quarta-feira (21), afirmou que teve conhecimento da agressão e cobrou um posicionamento duro do Yatch contra o autor do tapa na funcionária do Veleiro. "Não adianta abafar. Estou indo agora mesmo no clube", disparou.
"Conseguimos identificar a ocorrência que deu origem às informações divulgadas. É importante esclarecer que não houve envolvimento de associados e que os fatos não ocorreram nas áreas sociais do Clube. As informações que circularam acabaram criando uma percepção diferente do que foi identificado até o momento", destacou, em nota à imprensa, o diretor de comunicação do Yatch, Ricardo Dourado.
No entanto, Dourado não deu detalhes sobre a identidade do agressor. "Por questões éticas, de sigilo e de proteção dos envolvidos, não podemos divulgar detalhes da ocorrência. Quero tranquilizar a todos de que a situação está sendo acompanhada com a devida seriedade e responsabilidade", conclui.
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