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Nunes Marques afirma que sistemas eleitorais estão blindados contra interferências
Presidente do TSE declarou que nenhum código foi alterado e destacou a verificação das assinaturas digitais e dos arquivos utilizados no segundo turno

Foto: Leobark Rodrigues/TSE
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, afirmou que os sistemas eleitorais das Eleições 2026 estão “prontos, autênticos e blindados contra qualquer ingerência indevida”. A declaração foi feita durante a Cerimônia de Verificação da Integridade e Autenticidade dos Sistemas, realizada em Brasília, antes do segundo turno, marcado para domingo (25).
Durante o evento, o ministro destacou que a checagem das assinaturas digitais e dos resumos criptográficos confirmou que os arquivos instalados no Tribunal correspondem aos programas oficiais, previamente inspecionados, assinados digitalmente e lacrados.
Segundo Nunes Marques, “nenhuma linha de programa” foi modificada, retirada ou adicionada. A cerimônia tem como objetivo atestar que os sistemas em funcionamento são os mesmos que passaram pelos procedimentos oficiais de verificação.
O presidente do TSE também ressaltou que o processo de fiscalização começou em 2 de outubro de 2025, com a abertura do Ciclo de Transparência Democrática. Na ocasião, os códigos-fonte dos sistemas foram disponibilizados para análise de partidos políticos e outras entidades fiscalizadoras.
Nunes Marques destacou ainda a participação dessas instituições na conferência dos programas e na elaboração dos relatórios técnicos. Para o ministro, a atuação conjunta contribui para fortalecer a confiança pública no processo eleitoral e combater a desinformação.
Ao se dirigir aos eleitores, o presidente da Corte afirmou que o voto será registrado, preservado e totalizado com integridade e transparência. Os sistemas utilizados nas eleições foram assinados digitalmente e lacrados em 4 de setembro, após a conclusão do desenvolvimento dos programas.
O procedimento contou com a participação de representantes do próprio TSE, da Ordem dos Advogados do Brasil no Distrito Federal (OAB-DF), do Ministério Público Federal (MPF) e do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea).
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