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Técnico interino lamenta falta de poder ofensivo e comenta possibilidade de efetivação no Bahia

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Técnico interino lamenta falta de poder ofensivo e comenta possibilidade de efetivação no Bahia

"Não gero expectativa em ser efetivado ou não. Eu faço meu trabalho. Se as coisas progredirem para isso, maravilha", disse Prates

Técnico interino lamenta falta de poder ofensivo e comenta possibilidade de efetivação no Bahia

Foto: Divulgação/ECB/Felipe Oliveira

Por: Matheus Simoni no dia 07 de junho de 2018 às 22:47

Responsável por comandar o Bahia na derrota para o Paraná por 1 a 0 na noite de hoje, o auxiliar técnico Cláudio Prates lamentou o resultado obtido pelo tricolor no primeiro jogo como técnico interino pelo clube. Em entrevista exclusiva à Metrópole, única emissora presente em Curitiba para a transmissão da partida, ele ressaltou que a falta de opções no ataque é o principal problema do Esquadrão de Aço no momento.

"A gente está com pouco poder ofensivo. Nos cobramos muito no vestiário em relação a isso porque estamos com um desempenho muito bom dentro de casa e isso nos incomoda demais. Um dos motivos é esse, a falta de opção na frente. Os meninos ainda precisam de mais um pouquinho, eu acho que vão render muito, o Ítalo e Fernandinho. Precisam de mais entrosamento com o grupo e mais agressividade. Por isso que eu não comecei com três atacantes", disse o técnico, citando os atletas contratados pela diretoria para o Sub-23, mas que acabaram utilizados na equipe principal.

Questionado sobre a possibilidade de ser efetivado no comando do Bahia, Prates ressaltou a confiança dos dirigentes do clube em seu trabalho, mas reforçou que cabe à diretoria decidir ou não pela manutenção dele no cargo.

"O meu melhor foi dado hoje no jogo. O meu melhor será dado amanhã ou depois, no jogo. Se sábado falarem comigo que vou dirigir domingo, não tem problema. Foi muito bacana a confiança da diretoria comigo. Espero sempre dar o melhor. Mas a gente vai esperar. O que a diretoria resolver, está bem resolvido. Não gero expectativa em ser efetivado ou não. Eu faço meu trabalho. Se as coisas progredirem para isso, maravilha", pontuou.