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Técnico interino lamenta falta de poder ofensivo e comenta possibilidade de efetivação no Bahia
"Não gero expectativa em ser efetivado ou não. Eu faço meu trabalho. Se as coisas progredirem para isso, maravilha", disse Prates

Foto: Divulgação/ECB/Felipe Oliveira
Responsável por comandar o Bahia na derrota para o Paraná por 1 a 0 na noite de hoje, o auxiliar técnico Cláudio Prates lamentou o resultado obtido pelo tricolor no primeiro jogo como técnico interino pelo clube. Em entrevista exclusiva à Metrópole, única emissora presente em Curitiba para a transmissão da partida, ele ressaltou que a falta de opções no ataque é o principal problema do Esquadrão de Aço no momento.
"A gente está com pouco poder ofensivo. Nos cobramos muito no vestiário em relação a isso porque estamos com um desempenho muito bom dentro de casa e isso nos incomoda demais. Um dos motivos é esse, a falta de opção na frente. Os meninos ainda precisam de mais um pouquinho, eu acho que vão render muito, o Ítalo e Fernandinho. Precisam de mais entrosamento com o grupo e mais agressividade. Por isso que eu não comecei com três atacantes", disse o técnico, citando os atletas contratados pela diretoria para o Sub-23, mas que acabaram utilizados na equipe principal.
Questionado sobre a possibilidade de ser efetivado no comando do Bahia, Prates ressaltou a confiança dos dirigentes do clube em seu trabalho, mas reforçou que cabe à diretoria decidir ou não pela manutenção dele no cargo.
"O meu melhor foi dado hoje no jogo. O meu melhor será dado amanhã ou depois, no jogo. Se sábado falarem comigo que vou dirigir domingo, não tem problema. Foi muito bacana a confiança da diretoria comigo. Espero sempre dar o melhor. Mas a gente vai esperar. O que a diretoria resolver, está bem resolvido. Não gero expectativa em ser efetivado ou não. Eu faço meu trabalho. Se as coisas progredirem para isso, maravilha", pontuou.
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