Internacional
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Unidade foi repetidamente atacada por membros de grupos armados e milícias nos últimos meses, apesar da presença policial no local, segundo funcionários

Foto: Reprodução/IDF
A organização de ajuda humanitária, Médicos Sem Fronteiras (MSF) anunciou, neste sábado (14), a interrupção parcial de suas atividades no Hospital Nasser, uma das principais unidades de saúde ainda operantes na Faixa de Gaza. A decisão foi tomada após relatos de que homens encapuzados e armados foram vistos no local.
Em nota oficial, a entidade explicou que apenas os serviços médicos críticos serão mantidos, enquanto as demais operações estão suspensas por falta de segurança. A MSF destacou que a circulação de indivíduos armados no local representa “grave ameaça à segurança das equipes médicas e dos pacientes.”
A unidade hospitalar, na cidade de Khan Younis, é uma das poucas ainda em operação no território palestino. Centenas de pacientes e feridos de guerra foram tratados no local, e o hospital serviu também como ponto de acolhimento para prisioneiros palestinos libertados por Israel em troca de reféns israelenses, no âmbito do acordo de cessar-fogo, implementado em outubro.
“As equipes dos MSF relataram um padrão de atos inaceitáveis, incluindo a presença de homens armados, intimidação, detenções arbitrárias de doentes e uma situação recente de suspeita de movimentação de armas”, diz o comunicado.
Segundo a organização, não está claro quem são os homens armados. O MSF manifestou preocupação junto das autoridades competentes, sublinhando que os hospitais devem permanecer espaços civis e neutros. Funcionários do Nasser dizem que, nos últimos meses, a unidade foi repetidamente atacada por membros de grupos armadas e milícias, apesar da presença policial no local.
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